facebook-icon-color.png instagram-icon-color.png twitter-icon-color.png youtube-icon-color.png tiktok-icon-color.png
Cuiabá, 22 de Maio de 2024
22 de Maio de 2024

18 de Outubro de 2010, 16h:05 - A | A

POLÍTICA /

Tribunal de Justiça elege desembargador Rubens de Oliveira presidente

olhardireto



da redação

Com 19 votos, o desembargador Rubens de Oliveira se elegeu novo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) em sessão extraordinária nesta segunda-feira (18), no plenário da Corte. Ele irá suceder a partir de março do ano que vem o atual presidente José Silvério Gomes para o biênio 2011/2013.

O segundo colocado, desembargador Manoel Ornellas de Almeida, que hoje ocupa o cargo de corregedor-geral de Justiça do Estado, teve apenas dois votos, enquanto o outro candidato, desembargador Juvenal Pereira da Silva, não obteve um voto sequer.

Agora, o Pleno da Corte vai escolher o vice-presidente, cuja disputa está entre Ornellas, Juvenal e o desembargador Márcio Vidal, e ainda o novo corregedor-geral do TJMT. Quem perder essa disputa concorrerá a Corregedoria contra o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargador Rui Ramos.

Juvenal obtém 12 votos e é escolhido vice-presidente - (Às 15h02)

O desembargador Juvenal, que, apesar de ter declarado interesse em assumir a corregedoria, foi escolhido pelo Pleno para compor a nova direção do TJMT como vice-presidente de Rubens de Oliveira. Ornellas, que pleiteou a cadeira, teve nove votos.

Por 17 votos a 1, Vidal assumirá a Corregedoria do TJMT - (Às 15h08)

Márcio Vidal é eleito para a sucessão de Ornellas na Corregedoria Geral do TJMT com votação "esmagadora" contra o outro candidato, Juvenal Pereira. Enquanto, teve 17 votos, o outro magistrado apenas um voto. Nesse caso, dois integrantes do Pleno votaram em branco e um anulou o voto. 

Ausente, Clarice Claudino encaminha voto e Pleno recusa - (Às 15h14)

A desembargador Claurice Claudino não compareceu à sessão e tentou votar mesmo ausente. O voto, porém, foi invalidado pelo Pleno, que declarou contabilizar apenas os votos dos magistrados presentes.

Comente esta notícia