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Cuiabá, 16 de Junho de 2026
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15 de Julho de 2014, 10h:14 - A | A

POLÍTICA / LOGÍSTICA DE TRANSPORTE

Taques diz que setor rodoviário de MT está em colapso

DA REDAÇÃO



Em reunião com o senador Pedro Taques (PDT-MT), nesta sexta-feira (11.07), representantes do Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras do Estado de Mato Grosso (Sindalcool-MT) pediram empenho do candidato ao governo em ações que possam beneficiar o setor e resultar na geração de novos empregos.

Embora opere com capacidade reduzida no estado, a indústria do etanol emprega cerca de 15 mil pessoas diretamente e outras 60 mil de forma indireta. Uma das alternativas buscadas pelo setor para melhorar este quadro é o aprimoramento da capacidade de transportes.

“A logística de transporte é um gargalo da economia de Mato Grosso. Pela sua localização mediterrânea, o Estado depende da disponibilidade de infraestrutura para que seus produtos alcancem os mercados de destino. A infraestrutura de transportes mato-grossense está, no entanto, baseada no modal mais inadequado para as necessidades da economia, o rodoviário, e mesmo esse modal está em verdadeiro colapso físico”, afirmou Pedro Taques.

Em seu plano de governo, o candidato aponta que a recuperação da rede rodoviária estadual tem um duplo papel: “de um lado, é ela que tem de agir como alimentadora das cargas que precisam chegar das regiões produtoras aos grandes corredores de transporte; de outro, é pela rodovia estadual que se garante o acesso aos municípios do estado, dando a todo mato-grossense o direito real de ir e vir”.

Durante o encontro com o Sindalcool, Pedro Taques também abordou a necessidade de execução do planejamento ferroviário no estado e outras medidas para melhorar a performance do Sistema de Logística e Transporte nos diversos corredores de produção. No caso do etanol, a medida poderá ampliar os mercados consumidores que hoje estão restritos à região Norte e ao abastecimento do próprio estado de Mato Grosso.  

“Também apresentamos entre os nossos compromissos para favorecer a indústria e o todo o setor produtivo: estabelecer uma coordenação centralizada das atividades de cada corredor com as ferrovias, centrais de fretes rodoviários, hidrovias e portos para programar a operação multimodal em direção aos portos”, finalizou Pedro Taques.

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