Andressa Anholete/Agência Senado

Para apoiar Flávio Bolsonaro, Republicanos quer o apoio do presidenciável a candidatos do partido em pelo menos quatro estados
ANA JÁCOMO
DO REPÓRTERMT
As negociações de bastidores para a corrida presidencial ganharam um novo componente que impacta diretamente o cenário político de Mato Grosso. O Republicanos, partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, avançou nas tratativas para dar sustentação à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto.
No entanto, para chancelar a aliança nacional, a legenda exige que o PL abra mão de cabeças de chapa em estados estratégicos, colocando o Palácio Paiaguás no centro do tabuleiro.
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Segundo informações apuradas pela coluna do jornalista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, o Republicanos cobra o apoio da sigla liberal a candidatos seus ao governo em pelo menos quatro unidades da federação: Minas Gerais, Espírito Santo, Acre e Mato Grosso.
No contexto mato-grossense, a exigência do partido de Tarcísio consiste em fazer o PL recuar da pré-candidatura ao governo do senador Wellington Fagundes (PL-MT) para caminhar junto ao projeto de reeleição do atual governador do estado, Otaviano Pivetta (Republicanos), que assumiu o comando do Executivo após a desincompatibilização de Mauro Mendes (União Brasil) para disputar o Senado.
Essa composição nacional mexe no desenho eleitoral, onde Wellington Fagundes tem reafirmado o projeto majoritário próprio do PL e liderado as pesquisas de intenção de voto no estado, conforme os levantamentos mais recentes do instituto Real Time Big Data. O recuo pretendido pelo Republicanos visa assegurar a Pivetta o palanque unificado da direita tradicional e dos setores ligados ao agronegócio, evitando a fragmentação de votos que hoje coloca o atual governador na segunda posição dos cenários estimulados.
Além do impasse em Mato Grosso, o Republicanos impõe condições rígidas no restante do país para consolidar o apoio a Flávio Bolsonaro. O caso classificado como mais emblemático ocorre em Minas Gerais, onde a legenda exige o apoio do PL à candidatura do senador Cleitinho ao governo mineiro, embora os liberais flertem com a sustentação à reeleição de Matheus Simões (PSD).
No Espírito Santo, a exigência é o suporte ao ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, enquanto no Acre a legenda quer o aval para a candidatura do senador Alan Rick ao cargo de governador.








Milton Ribeiro 25/06/2026
Política tem semelhança ao futebol, quem viu o jogo Alemanha x Equador viu a virada, assim é a política nem sempre quem lidera as pesquisas sai vencedor, Alemanha estava liderando o grupo, no entanto está fora, na politica grupos poderosos sobrepõe a razão e muda o destino certo, enquanto não praticarmos a democracia na sua plenitude, através das convenções a democracia é só falácia!
valfredo 25/06/2026
totalmente sem sentido
2 comentários