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14 de Janeiro de 2015, 23h:00 - A | A

POLÍTICA / RESCALDO DAS ELEIÇÕES

Presidente da AMM diz que estorno de R$ 100 milhões prejudicou municípios

De acordo com o presidente da AMM o estorno milionário foi uma surpresa desagradável para os prefeitos que contavam que os pagamentos em questão seriam efetuados no dia 2 de janeiro.

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Presidente da AMM diz que maior preocupação é evitar paralização de obras

Presidente da AMM diz que maior preocupação é evitar paralização de obras

MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO



Ao contrário do secretário de Fazenda do Estado, Paulo Brustolin, que não revelou qualquer detalhe sobre o estorno para a conta bancária do Estado de R$ 100 milhões de reais, que deveriam ser destinados a pagamentos, o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Valdecir Colle (PSD), mais conhecido como Chiquinho do Posto, afirmou em entrevista aos jornalistas, nesta quarta-feira (14), que os recursos seriam referentes a contratos de obras e incluiriam até mesmo repasses de fundos federais. Colle é do PSD, partido comandado pelo deputado José Riva, adversário histórico do governador Pedro Taques.

"Nos prejudica porque há obras sendo executadas em vários municípios e também há recursos de fundos”.

Questionado sobre como isso atingiria os municípios, o presidente da AMM não hesitou em dizer que todos estariam sendo prejudicados.

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“Essa questão do estorno nos prejudica porque há obras sendo executadas em vários municípios e também há recursos de fundos”, frisou.

De acordo com o presidente da AMM o estorno milionário foi uma surpresa desagradável para os prefeitos que contavam que os pagamentos em questão seriam efetuados no dia 2 de janeiro.

“Nós esperávamos que no final da gestão do governo [passado] nós teríamos os créditos que os municípios tiveram protocolados junto ao governo quitados, mas infelizmente não conseguimos realizar. Então é uma situação que deixou os municípios em situação preocupante”, relatou.

Segundo presidente, no momento a principal preocupação dos prefeitos é com relação a continuidade das obras, que estavam em andamento.

"Muitos municípios têm obras em andamento que podem ser paralisadas".

“Muitos municípios têm obras de calçadas, de infraestrutura urbana, reformas de praças, construções de centros de convivência de idosos que podem ser paralisados e podem prejudicar os municípios”, ressaltou.

O presidente pontuou que a AMM não é contrária às fiscalizações de obras que tenham algum indício de irregularidade, mas argumenta que muitas não teriam necessidade de serem paralisadas.

“Os convênios que foram licitados pelos municípios, eles são fiscalizados pelo Estado. Então esses convênios não podem parar, principalmente no sentido de obras porque uma obra parada dois ou três meses ela tem um custo elevado e quando você aumenta o custo, o custo fica para o proponente quem é o proponente nesse momento é o município. Então nós estamos brigando atrás do repasse das obras que já foram iniciadas e licitadas, que estão com primeira, segunda ou terceira medição, para que elas sejam executadas, senão o prejuízo quem vai arcar são os municípios”, declarou.

 

Com relação aos valores de fundos federais que não teriam sido repassados, Valdecir afirmou que no que diz respeito ao transporte escolar, o governo já se comprometeu em regularizar o pagamento, o que não afetaria o início do ano letivo.

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Loester Rodrigo 15/01/2015

Não tem choro senhor presidente da AMM, irregularidade não pode ser convalidada, caso este dinheiro seja realmente destinado aos municípios, que seja feita a destinação dentro da legalidade.

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Loester Rodrigo 15/01/2015

Não tem choro senhor presidente da AMM, irregularidade não pode ser convalidada, caso este dinheiro seja realmente destinado aos municípios, que seja feita a destinação dentro da legalidade.

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2 comentários