DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PDT) conversou com o procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Paulo Prado. A audiência foi à última com os três candidatos para ser o novo chefe do Ministério Público do Estado (MPE) para o biênio 2015/16 e durou pouco mais de 1h, na manhã desta quinta-feira (8).
O primeiro a ser ouvido por Taques foi o procurador de justiça Edimilson Costa Pereira, na terça-feira (6) e na sequência o o promotor Vinícius Gahyva, na quarta (07). Os dois receberam 66 e 68 votos, respectivamente.
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Taques tem até o dia 17 de janeiro para nomear o novo procurador-geral de Justiça, que irá comandar a instituição pelo biênio 2015/2017. Pela Constituição, o governador pode escolher entre os três mais votados na eleição que ocorreu em 10 de dezembro no MPE.
Paulo Prado, que ficou em primeiro lugar na disputa interna, com 147 votos entre os 213 votantes. Contudo, ele enfrenta desgastes após ter seu nome envolvido na Operação “Ararath”, que apura crimes financeiros em Mato Grosso.
O Movimento Organizado pela Moralidade Pública e Cidadania (Ong Moral) protocolou semana passada uma Carta Aberta ao governador pedindo que ele não reconduza Prado ao cargo por entender que as denúncias ainda não foram esclarecidas.
Prado, entretanto, negou nesta quarta-feira (7) ao RepórterMT que seja investigado na Operação, e chegou a desafiar que a imprensa mato-grossense encontre procedimentos contra ele no Supremo Tribunal Federal (STF).
“Eu não faço parte da Operação Ararath. Se consultarem, verão que meu nome não está como investigado no Supremo. Não estou sendo investigado. Recebi apoio do procurador-geral da República [Rodrigo Janot] e criei um grupo pra investigar essa questão. Vou ficar dando cartaz para que não merece?”, disparou Prado.














