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01 de Maio de 2014, 16h:55 - A | A

POLÍTICA / ELEIÇÕES 2014

Maggi \'despreza\' popularidade: meu nome é bastante forte pra vencer as eleições

Maggi se mostrou arredio à ideia de voltar a comandar o Paiaguás

RepórterMT

Maggi: “Nem isso me fez mudar o meu pensamento, da forma como eu estou conduzindo, de fato, para não fazer parte das eleições em 2014”, relatou.

Maggi: “Nem isso me fez mudar o meu pensamento, da forma como eu estou conduzindo, de fato, para não fazer parte das eleições em 2014”, relatou.

ABDALLA ZAROUR
DA REDAÇÃO



"Nem tudo que reluz, pode ser ouro", diz o ditado. Enquanto todos costuram alianças, partidos colocam possíveis nomes de candidatos ao governo na tentativa desenfreada de conquistar o poder, o senador Blairo Maggi (PR) se dá ao luxo de desprezar sua candidatura ao Paiaguás, mesmo uma pesquisa apontando que o ex-governador não teria dificuldades de conquistar novamente a cadeira de chefe do Executivo.

Durante entrevista coletiva na tarde dessa quarta-feira (30), Maggi disse que mandou fazer uma pesquisa quantitativa e qualitativa, sem registro do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MT), somente para que o partido tivesse conhecimento interno de como está seu nome ‘na praça’ e saber como está o quadro eleitoral no Estado.

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“Hoje meu nome é bastante forte pra disputar e vencer as eleições, com margens muito boas sobre o segundo colocado, no caso o senador Pedro Taques”, comentou Maggi.

Mas o ex-governador alega que nem mesmo com uma pesquisa, que pode apontar a sua vitória, ainda é suficiente para mudar o seu pensamento. “Nem isso me fez mudar o meu pensamento, da forma como eu estou conduzindo, de fato, para não fazer parte das eleições em 2014”, relatou.

Como uma depressão pós-governo, Maggi se mostrou arredio à ideia de voltar a comandar o Paiaguás.” Já ficando quatro anos fora do governo, eu confesso que eu não me recuperei da ressaca do governo. Eu ainda tenho dificuldades de encarar isso, de aceitar, ter que voltar e fazer tudo de novo”, observou.

A preocupação da base governista é que fora Maggi, há um entendimento de que não há um nome de peso para disputar com o senador Pedro Taques (PDT). “Se o senador Blairo [Maggi] não for candidato, dentro desse grupo é tudo japonês. Quer dizer, vamos discutir porque é tudo a mesma coisa”, é o que pensa o deputado estadual José Riva (PSD). Isso revela porque a base aliada do governo Silval Barbosa (PMDB) insiste tanto para que Blairo saia candidato ao governo do estado.

Já existem conversas de que a manutenção da negativa de Maggi seria para que tanto o candidato do PMDB, Julier Sebastião, e Lúdio Cabral, pelo PT, pudessem ter mais chances para trabalhar seus nomes no Estado.

A impressão que se tem é que, caso os dois não consigam decolar, Maggi repense a ideia, com a pressão dos partidos aliados e também da presidente Dilma Rousseff (PT), e ceda e seja o candidato da situação para sucessão de Silval.

Esse pensamento existe porque Maggi, assim que saiu do governo, disse que não seria mais candidato e foi eleito senador na frente de Pedro Taques.

TV REPÓRTER 

 

 

 

 

 

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