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Cuiabá, 16 de Junho de 2026
16 de Junho de 2026

19 de Julho de 2014, 15h:22 - A | A

POLÍTICA / VOX POPULI

Lúdio avalia pesquisa e se diz otimista, apesar do 3º lugar

Lúdio ‘caiu’ do segundo para terceiro lugar, conforme a pesquisa de intenções de voto do Instituto Vox Populi, tratou o resultado que aponta que ele teria apenas 12 pontos.

MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO



O candidato a governador Lúdio Cabral (PT),  ‘caiu’ do segundo para terceiro lugar, conforme a pesquisa de intenções de voto do Instituto Vox Populi, tratou o resultado  que aponta que ele teria apenas 12 pontos, após os candidatos Pedro Taques (PDT) com 43% e José Riva com 18%,  muita aceitação.

“A metodologia da Vox, ela me coloca com 12%, eu tenho que respeitar esse resultado e correr mais ainda do que já estou”, frisou.

Lúdio que chegou a ter 21,2% das intenções de voto, segundo uma pesquisa do Instituto Mark, divulgada no dia 16 de julho, depois dos 33,1% Taques , configura agora o posto de ultrapassado por Riva, que segundo o Instituto Mark estava com 14%.

O petista assim como Riva e o candidato Muvuca (PHS), também questionou o resultado da Vox Populi, relacionando a outros dados.

“Outros institutos me colocam com muito mais do que isso, mas a gente tem que considerar todos e trabalhar com o cenário de todos”, declarou.

Apesar do Vox Populi ter cometido um grande erro na eleição de 2010, quando indicou que Lúdio venceria a eleição para Prefeitura de Cuiabá, com 10% de vantagem sobre Mauro Mendes (PSB), sendo depois vencido pelo atual prefeito com a diferença de 11% nas urnas, Lúdio mantém o otimismo.

“Eu sempre gostei de começar atrás. A  campanha para Prefeitura eu comecei com 4%, então tendo 12% hoje, eu considero positivo”, pontuou.

PESQUISA VOX POPULI

 

A pesquisa estimulada realizada entre os dias 11 e 15 de julho, aponta que 43% das intenções de voto seriam destinadas a Taques, 18% a José Riva (PSD), 12% para Lúdio Cabral (PT), 3% a José Roberto Cavalcante (PSOL) e 1% para José Marcondes, o “Muvuca” (PHS).  Outros nomes citados totalizaram, juntos, 2%. Seis por cento disseram não votar em ninguém, em branco ou nulo. Na pesquisa espontânea um total de 77% não soube ou não respondeu. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos.

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