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Cuiabá, 13 de Junho de 2026
13 de Junho de 2026

13 de Junho de 2026, 17h:18 - A | A

CIDADES / SALTO FATAL

Veja quem era a jovem que morreu após ser lançada em rope jump sem corda de segurança

Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, morreu após acidente durante atividade de rope jump em Limeira.

DO REPÓRTERMT



A cidade de Limeira, localizada no interior de São Paulo, foi palco de um trágico acidente que resultou na morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. O incidente ocorreu durante uma atividade de rope jump, onde a vítima foi lançada de uma ponte sem estar devidamente equipada com a corda de segurança. A situação gerou grande comoção e levantou questões sobre a segurança das práticas oferecidas por empresas especializadas.

Maria Eduarda, que era profissional de Educação Física e trabalhava em uma academia na região metropolitana de São Paulo, havia compartilhado momentos de sua preparação para o salto em suas redes sociais. Antes do acidente, ela publicou fotos e um vídeo que mostravam sua empolgação com a atividade, que prometia uma experiência emocionante e cheia de adrenalina.

O acidente aconteceu quando Maria Eduarda foi atirada da Ponte do Esqueleto, onde a empresa Entre Cordas realizava os saltos. De acordo com informações preliminares, os funcionários da empresa não perceberam que a jovem ainda não estava fixada com a corda de segurança, o que resultou na tragédia. Após a queda, ela foi rapidamente atendida por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas infelizmente não sobreviveu aos ferimentos.

A academia onde Maria Eduarda trabalhava expressou seu pesar pela perda da jovem em uma postagem nas redes sociais, destacando o impacto que sua morte teve na comunidade. A mensagem de luto refletiu a tristeza e a solidariedade dos colegas e amigos, que lamentaram a partida precoce da profissional dedicada.

A empresa Entre Cordas, responsável pela atividade de rope jump, tinha como lema a promessa de oferecer um “salto para o extraordinário”. No entanto, após o acidente, a página da empresa nas redes sociais, que contava com mais de 80 mil seguidores, foi removida. A falta de equipamento de segurança adequado levantou preocupações sobre a responsabilidade da empresa em garantir a segurança de seus clientes durante as atividades.

A Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência e está investigando as circunstâncias que levaram ao acidente. Testemunhas relataram que a jovem estava acompanhada por instrutores no momento do salto, mas a falta de supervisão adequada e a ausência da corda de segurança foram fatores críticos que culminaram na tragédia.

O caso de Maria Eduarda não é um incidente isolado, pois questões relacionadas à segurança em atividades de aventura têm sido frequentemente discutidas. A necessidade de regulamentação e fiscalização mais rigorosa para empresas que oferecem esse tipo de experiência é um tema que ganha destaque após eventos trágicos como este.

A morte de Maria Eduarda serve como um alerta sobre a importância de medidas de segurança em atividades de aventura. A comunidade e as autoridades esperam que o caso traga à tona a necessidade de uma revisão nas práticas de segurança adotadas por empresas do setor, visando prevenir futuros acidentes e garantir a integridade dos participantes.

Veja o vídeo:

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