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25 de Dezembro de 2016, 15h:58 - A | A

POLÍCIA / CONFUSÃO NA FESTA DE NATAL

Homem é morto com dois tiros na cabeça por policial que defendia filho de briga

Conforme o boletim de ocorrência, o filho do policial tentava acalmar ânimos de populares em briga, quando foi ameaçado e chamou o pai.

CELLY SILVA
DA REDAÇÂO



Júnior César Gonçalves Marques, 34, foi morto na madrugada deste domingo (25) pelo cabo da Polícia Militar, Fábio Alex da Costa Ribeiro, 41.

O crime aconteceu após uma briga durante uma festa de confraternização natalina, no bairro Novo Horizonte, em Várzea Grande.

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Conforme boletim de ocorrência, o filho do policial, A.S.M., 17, estava na festa como convidado, quando se formou uma confusão entre populares que queriam linchar um usuário de drogas acusado de diversos furtos no bairro.

O adolescente teria tentado acalmar os ânimos dos revoltados, já que todos estavam em uma celebração de Natal, mas teria ouvido de Júnior César: “Tá defendo bandido, vai morrer também”.

Diante da ameaça, o rapaz telefonou para o pai militar, que se dirigiu até o local da festa, com o sobrinho Wellington de Sá Castro, 23.

Ao chegarem para defender o jovem, o policial e seu sobrinho entraram em luta corporal com Júnior César, que sacou de uma arma e atirou no braço de Wellington.

O policial então deu voz de prisão ao criminoso, que revidou apontando a arma para o cabo Fábio Alex. Mas este foi mais rápido e atirou contra Júnior, acertando dois tiros em sua cabeça.

Em seguida, amigos de Júnior partiram para cima de Fábio, na tentativa de arrancar sua arma, mas ele fugiu do local e ligou para o 190.

Quando a guarnição chegou ao local, encontrou Júnior caído no meio da rua e ferido pelos disparos.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas constatou o óbito do homem no local.

O sobrinho de Fábio, que estava ferido no braço, foi encaminhado para o Pronto Socorro.

O policial então se apresentou para o oficial de área que atendia à ocorrência e explicou a situação.

A arma que ele utilizou para matar Júnio César, uma pistola Taurus calibre ponto 40, foi apreendida e os envolvidos levados para a Central de Flagrantes. 

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Alexandre De Sá Monteiro 14/01/2017

O suspeito estava armado, era traficante da região mas de 8 testemunhas viram ele armado, a moto que ele estava foi levada e a arma também por outro suspeito que sai do local, ele tinha 5 passagem na Polícia e o fato dele ter ameaçado um menor de idade e voltado minutos depois não o faz de Vítima estão querendo inocenta-lo? O policial saiu do local porque amigos do suspeito estavam querendo tomar a arma dele. covarde não é o policial, pois ele sai todo dia de casa sem saber se vae voltar deixa sua família e vae proteger a sociedade de marginais que a justiça protegê. Covarde são vcs que ficam colocando comentários pelas redes sócias, sem ao menos ver os dois lados querendo inocentar vagabundos...

Bruno 26/12/2016

A lei dos homens é corrupta, mas a de Deus não. Este "policial" um dia pagará pelo seu ato inconsequente. Junior poderia estar errado mas nada justifica a morte dele.

NEuza 26/12/2016

Junior nem estava armado, por isso não tem nada de legítima defesa. Fizeram isso com o menino de joelhos. Não teve relato do cara no local, quando a polícia chegou esse covarde nem estava la já havia fugido. Por que não pegaram o depoimento da mulher dele que estava no local e presenciou tudo grávida de 09 meses.

Lucas 25/12/2016

Mentira, junior não estava armado. Os 3 os abordaram deram tiros sem ele ao menos reagir na frente da esposa dele grávida de 09 meses

25/12/2016

Dois tiros na cabeça? Legítima defesa?Hum tá bom então.

5 comentários

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