RepórterMT/Reprodução

Wilson Santos é deputado estadual e atualmente ocupa a Secretaria de Cidades do Estado.
FLÁVIA BORGES
RAFAEL DE SOUSA
O secretário estadual de Cidades Wilson Santos (PSDB) negou que tenha planos de ocupar uma cadeira no Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Segundo ele, a informação de que o governador Pedro Taques o indicaria a uma vaga no Tribunal não passa de "boato".
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"É tudo boato. Eu sou pré-candidato à reeleição. Devo voltar à Assembleia Legislativa no início de abril", afirmou o secretário neste sábado (20).
Nos bastidores, há a informação de que o secretário teria o desejo de entrar na disputa a uma vaga no TCE, na vaga do ex-conselheiro Humberto Bosaipo. A indicação da vaga pertence a Assembleia Legislativa. Outros parlamentares também já demonstraram interesse na vaga, como Sebastião Rezende (PSC), Guilherme Maluf e José Domingos Fraga (PSD).
Além da vaga de Bosaipo, há a expectativa pela vaga do conselheiro afastado, ex-presidente do TCE, Antonio Joaquim. O conselheiro pleiteava a aposentadoria para voltar a vida política e concorrer ao Governo do Estado pelo bloco da oposição. Entretanto, teve a aposentadoria travada devido a Operação Malebolge, na qual ele e mais quatro conselheiros foram afastados.
Wilson garantiu ainda que o também deputado Max Russi, que hoje ocupa a Casa Civil, também deixará o cargo em abril para pleitear a reeleição.
"Tanto eu quanto o deputado Max queremos a reeleição. Vamos deixar as secretarias e já trabalhar, assim que a Legislação Eleitoral permitir. Mas o meu projeto é voltar à Assembleia para mais um mandato. Sem Tribunal de Contas", afirmou.
Operação Malebolge
O TCE é alvo de crise institucional desde setembro do ano passado, quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux determinou o afastamento de cinco conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que foram citados na delação do ex-governador de Mato Grosso Silval Barbosa (PMDB) como beneficiados com um esquema de corrupção no governo do estado, durante a gestão dele.
Foram afastados os conselheiros Valter Albano, Antônio Joaquim, José Carlos Novelli, Waldir Júlio Teis e Sérgio Ricardo de Almeida.
De acordo com Silval Barbosa, os conselheiros exigiram propina para não prejudicarem o andamento das obras da Copa do Mundo, no estado. Ele disse ter pago R$ 53 milhões.















Carlos Nunes 20/01/2018
Independentemente do WS ser indicado ou não...nós, os eleitores, os verdadeiros donos do Poder através do voto, temos que deixar de ser uns donos do Poder mequetrefes. Até quando a vaga de Conselheiro do TCE vai ser preenchida por políticos, ex-políticos e apadrinhados de partidos e caciques políticos? Deve ser preenchida exclusivamente por CONCURSO PÚBLICO. Precisamos eleger novos Senadores e Deputados federais que mudem a Lei, pra que isso ocorra a nível nacional.
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