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05 de Outubro de 2017, 07h:00 - A | A

PODERES / MUDANÇA NO PAIAGUÁS

Para Botelho, Max vai melhorar interlocução entre o Governo e a Assembleia

Russi assumiu o cargo em substituição a José Adolpho Vieira, que pediu exoneração ao governador Pedro Taques (PSDB) na última sexta-feira (29).

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Botelho diz que governador acertou em escolher Max Russi para Casa Civil.

Botelho diz que governador acertou em escolher Max Russi para Casa Civil.

RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO



O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), avaliou que a nomeação do deputado estadual licenciado Max Russi (PSB) como chefe da Casa Civil, nesta segunda-feira (2), deve melhorar a interlocução do Palácio Paiaguás com o Poder Legislativo.

Russi assumiu o cargo em substituição a José Adolpho Vieira, que pediu exoneração ao governador Pedro Taques (PSDB) na última sexta-feira (29).

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“O Max foi duas vezes prefeito, foi deputado, já era secretário e ele vai fazer uma interlocução melhor do que vinha acontecendo. Uma mudança positiva para o Governo”, declarou Botelho.

O presidente da Assembleia destacou, ainda, que durante o período em Max Russi esteve na Assembleia prezou por um bom relacionamento com os demais parlamentares e, por esse motivo, não deve ter dificuldades em articular votações e negociar aprovações de projetos importantes, inclusive a Projeto de Emenda a Constituição (PEC) do Teto, que prevê o limite para os gastos públicos.

“Com a indicação, tende a melhorar, uma vez que o Max tem um bom trânsito com todos os deputados. Ele não criou rusga com ninguém e esse aspecto ajuda muito”, concluiu.

De acordo com o ex-chefe da Casa Civil José Adolpho, a mudança ocorreu depois dos últimos acontecimentos, envolvendo secretários de Estado.

Na semana passada, dois gestores, Rogers Jarbas (secretário afastado de Segurança Pública) e Airton Siqueira (Justiça e Direitos Humanos) foram presos por envolvimento no esquema das interceptações telefônicas clandestinas.

José Adolpho foi citado no inquérito sob relatoria do desembargador Orlando Perri. Ele seria uma espécie de “braço” do ex-secretário da Casa Civil, Paulo Taques, também preso por suspeita de participação nos “grampos”, no âmbito da Polícia Civil.

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