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Cuiabá, 05 de Junho de 2026
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11 de Fevereiro de 2022, 14h:41 - A | A

PODERES / BARRADO PELA JUSTIÇA

Mauro: Recebi orientação diferente da PGE sobre taxação de energia solar

Mauro pontuou que, se dependesse unicamente dele, o governo estadual não teria sequer se envolvido na discussão

CAMILLA ZENI
DA REDAÇÃO



O governador Mauro Mendes (DEM) afirmou que vai pedir explicações da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) sobre a decisão judicial que proibiu o Estado de cobrar Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a energia solar. 

A decisão foi tomada pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) nessa quinta-feira (10), atendendo pedido do deputado estadual Faissal Calil (PV) e do Partido Verde. O Estado ainda pode recorrer. 

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“É melhor a PGE comentar, porque tudo que eu fiz foi orientado pela PGE. Eu nunca tive a intenção de taxar isso. Agora, sou um governador que faz as coisas de acordo com a lei. Ou a PGE está muito errada, e vou puxar, no bom sentido, a orelha deles… Porque eles sempre me disseram uma coisa diferente do que eu vi ontem pela imprensa”, comentou o governador nesta sexta-feira (11), após ser questionado por jornalistas.

Mauro ainda pontuou que, se dependesse unicamente dele, o governo estadual não teria sequer se envolvido na discussão. Contudo, a orientação oficial da Procuradoria foi por judicializar o tema. 

Leia também - TJ proíbe Governo de cobrar imposto sobre energia solar em MT

O assunto foi parar no Judiciário depois que, em 2021, o governo estadual autorizou a cobrança do ICMS na conta dos usuários que possuem sistema de geração distribuída. A decisão provocou reação na Assembleia Legislativa, que, sob articulação de Faissal, chegou a aprovar uma lei proibindo a taxação.

Por orientação jurídica, o governador vetou o texto, o que levou os deputados a promulgarem a lei por conta própria, em junho de 2021. Mesmo assim, a cobrança continuou. Por isso, Faissal acionou a Justiça.

Analisando o processo, a relatora da ação, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, entendeu que não há circulação de mercadoria quando se trata da geração de energia solar, uma vez que o consumidor usa o produto que ele próprio consumiu. Dessa forma, não existe fato gerador no “empréstimo” de energia feito pelo usuário que possui usina fotovoltaica.

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Deputados derrubam veto e mantêm proibida a cobrança de ICMS sobre energia solar em MT

 

Comente esta notícia

valeria 11/02/2022

Mas Mentis né? Além de mentiroso joga culpa nos Procuradores kkkkk

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Benedito P.Barros 11/02/2022

Votei no Mauro Mendes, pedi voto pra votarem nele, depois de eleito vi que não gosta de pobre e nem de funcionários, hoje não voto mais nele.

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2 comentários