MARCIO CAMILO
DA REDAÇÃO
O candidato ao Governo Mauro Mendes (DEM) usou seu programa eleitoral, na noite desta segunda-feira (17), para criticar novamente o governador Pedro Taques (PSDB) por problemas na gestão da Saúde, com foco nos hospitais regionais.
Mendes aproveitou seu tempo de TV para falar sobre a falta de medicamentos na rede pública e o alagamento do Hospital Regional de Rondonópolis, no último dia 14.
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O programa explorou trechos de reportagens da imprensa local sobre a falta de estrutura na unidade. As imagens mostraram uma água amarelada que, segundo a reportagem, estava misturada com urina de ratos.
“Estou cansada de ser conivente com a morte do outro por falta de recursos. Para mim chega!”, diz revoltada uma funcionária da unidade hospitalar. “Por causa da incompetência do atual Governo, a crise na saúde parece interminável”, emenda o locutor do programa.
Em seguida o ex-prefeito de Cuiabá promete regularizar o repasse na área da saúde para os 141 municípios do Estado.
Taques
Em tom mais ameno, o governador Pedro Taques – candidato à reeleição - preferiu não atacar os adversários e destacou a entrega de seis mil títulos de posse de imóvel em Mato Grosso.
Caso eleito, o tucano promete entregar outros 45 mil títulos a famílias carentes do Estado.
“Nós estamos no caminho certo porque ajustamos a máquina e arrumamos a casa. Agora tenho mais experiência e já conheço quase todos os problemas do Estado”, ressaltou o candidato tucano.
No programa o tucano também destacou que está investindo mais de R$ 50 milhões na construção do novo Pronto Socorro de Cuiabá, que duplicou as principais rodovias de saída da Capital, revitalizou o complexo Turístico da Salgadeira, "além de recuperarmos mais de R$ 1 bilhão da corrupção".
Wellington Fagundes
O republicano Wellington Fagundes também não fez ataques e escalou sua vice na chapa para falar sobre Segurança Pública.
Em seguida, Wellington afirmou que “Mato Grosso tem uma taxa de homicídio maior do que a média brasileira e até o ano passado Cuiabá figurava entre as cidades mais violentas do mundo”.
De acordo com Fagundes as ações no setor precisam ser pensadas a médio e longo prazo.
“A segurança de nossas crianças, jovens e famílias precisam ser prioridade para o Governo. Não adianta falar de números quando o sentimento de insegurança é tão grande na população. Para mim está claro: a segurança pública precisa ser tratada com eficiência e inteligência. Como governador vou poder fazer isso e contar com minha vice, Sirlei Theis, servidora pública de carreira que entende muito de segurança”, argumentou Fagundes.
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