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Cuiabá, 17 de Junho de 2026
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02 de Outubro de 2018, 09h:25 - A | A

GERAL / ESTADO DE GREVE

Agentes penitenciários suspendem visitas e cobram convocação de concursados

De acordo com o Sindspen, a paralisação foi deflagrada após assembleia geral dos servidores, realizada na última quinta-feira (25), e não há prazo determinado para a retomada das atividades.

RAFAEL MACHADO
DA REDAÇÃO



Os agentes penitenciários de Mato Grosso suspenderam, nesta terça-feira (2), as visitas e o recebimento de novos presos, além de atendimentos a advogados e de saúde, exceto urgência e emergência, entre outras atividades, com objetivo de pressionar o Governo do Estado a convocar os aprovados no último concurso público realizado em 2016.

A categoria pede que o governador Pedro Taques (PSDB) homologue um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que prevê o chamamento dos novos agentes. A decisão de iniciar o movimento foi deliberada em assembleia geral realizada na última quinta-feira (25).

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Funcionará durante a suspensão apenas a entrega de alimentação, medicamento de uso contínuo, alvará de soltura, ronda, guarita e vigilância, audiência admonitória e júri popular e recebimentos de presos de outros Estados.

Em reunião com representantes do Governo, na segunda-feira (1°), o presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários de Mato Grosso (Sindspen), Amaury Benedito, disse que o encontro não trouxe evolução para situação dos aprovados e que o TAC ainda esta pendente de homologação por parte do Tribunal de Justiça (TJ) para que a Secretaria de Estado de Gestão (Seges) faça nomeação.

A categoria deve se reunir novamente na sexta-feira (5) para deliberar os rumos da paralisação.

Déficit

Segundo o Sindspen, o Governo precisa convocar aproximadamente 1,5 mil agentes para suprir o déficit no sistema penitenciário. Na Penitenciária Central do Estado (PCE), são 2,4 mil presos, sendo que um agente penitenciário cuida de 50.

No concurso público realizado em 2016 teve 1,3 mil aprovados aguardam convocação, segundo o sindicato, número insuficiente para suprir a necessidade do Estado.

Outro lado

O tentou um posicionamento da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), mas até o fechamento desta matéria às ligações não foram atendidas.

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Francisca Losarto 02/10/2018

Greve política! O presidente deles concorre a uma vaga na Assembleia e apoia o Wellington Fagundes. Não gosto do Pedrinho Malvadeza, mas detesto ainda mais sindicalista que parte pro oportunismo político

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1 comentários