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22 de Agosto de 2017, 07h:00 - A | A

PODERES / LIMITE DE GASTOS

‘Estou tomando maracugina por causa da PEC do Teto’, diz Taques

O governador disse que ainda há uma negociação com o Poder Judiciário, que requer a desvinculação do Funajuris em relação ao congelamento do duodécimo.

RepórterMT

O governador Pedro Taques não confirmou o envio da PEC do Teto de Gastos ainda esta semana.

O governador Pedro Taques não confirmou o envio da PEC do Teto de Gastos ainda esta semana.

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PSDB) disse, nesta segunda-feira (21), que a expectativa para o envio da Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que limita os gastos dos poderes pelos próximos dez anos, a PEC do Teto, está grande e o deixa nervoso.

“Estou até nervoso. Estou tomando ‘maracugina’, mas vou mandar, sim, a PEC do Teto”, afirmou ele, ao ser questionado a respeito da expectativa de envio da proposta ao Legislativo.

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Porém, o chefe do Executivo não confirmou o envio da PEC ainda esta semana, como havia dito o secretário-chefe da Casa Civil, José Adolpho Vieira. Na semana passada, José Adolpho comentou que a proposta poderia ser enviada à Assembleia Legislativa na terça-feira (22).

Taques, no entanto, confirmou que ainda há uma negociação com o Poder Judiciário, que pediu alterações na minuta apresentada pelo Executivo.

“Estou até nervoso. Estou tomando ‘maracugina’, mas vou mandar, sim, a PEC do Teto”, afirmou ele.

“Só falta acertarmos o detalhe com o Poder Judiciário. Eles têm legitimidade e estamos discutindo isso, pois não queremos inviabilizar a administração do atual presidente [Rui Ramos]”, pontuou.

O impasse criado pelo Judiciário diz respeito ao Fundo de Apoio ao Judiciário (Funajuris). O Tribunal de Justiça quer a desvinculação do fundo em relação ao congelamento do duodécimo.

Apesar do entrave o governador acredita que poderes chegarão a um consenso, que permita a aprovação do limite de gastos.

“Vamos trabalhar para que tudo se acerte”, finalizou Taques.

A proposta é uma exigência da União para que o Estado renegocie a dívida com o Governo Federal e permite um "fôlego" de R$ 500 milhões em dois anos.

A lei federal prevê que, nos anos de 2018 e 2019, as despesas primárias dos estados terão que ser, no máximo, equivalentes ao valor empenhado em 2016. No caso de Mato Grosso, esse teto seria de R$ 16 bilhões, já corrigidos pela inflação.

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PM nova uniao 24/08/2017

Tinha que tomar era ROUNDUP ....faria um grande favor aos funcionários públicos.

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Rogerio 23/08/2017

Tinha que tomar maracujina é para se defender das acusações de corrupção !

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Cleber 22/08/2017

Tome Suco de Maracujá, Chá de erva-doce, água de melissa, e coloque alterações na PEC, que promovam o equilíbrio e menas cobranças ao Servidor Público. As medidas de ajustes devem ser ponderadas e diluídas ao longo de 2018 e 2019.

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Teka Almeida 22/08/2017

GESTÃO não se resolve com maracugina e sim com AÇÃO. Vai acabar como estoque e não vai resolver o problema se não souber gestar ações de equilíbrio. Esse governo até hoje não mostrou a que veio, e acredita piamente que Teto de Gastos resolve problema. Vai terminar 2018 na estaca ZERO.

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4 comentários