CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) afirmou nesta quarta-feira (31), que a dívida de Mato Grosso junto ao Bank of América não é apenas do Executivo, “é do Estado”. A afirmação foi uma referência ao questionamento em relação à negativa dos Poderes Legislativo e Judiciário para a proposta do Governo em retirar 20% da verba de custeio dos poderes durante quatro meses para pagar a dívida dolarizada.
“Temos uma crise, que não é do Poder Executivo. É uma crise econômica que abala o Estado de Mato Grosso. Em março, temos uma parcela de uma dívida dolarizada. Dívida que não é do Executivo, é dívida do Estado de Mato Grosso”, declarou.
“Temos uma crise, que não é do Poder Executivo. É uma crise econômica que abala o Estado de Mato Grosso. Em março, temos uma parcela de uma dívida dolarizada. Dívida que não é do Executivo, é dívida do Estado de Mato Grosso”, declarou.
>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão
"Legislativo e Judiciário não aceitaram, o que é direito deles. Temos que compreender a situação dos poderes. Por outro lado, Tribunal de Contas e Ministério Público concordaram e isso faz parte da democracia. Agora vamos buscar outras soluções”, disse o governador.
Taques explicou que em março, o Executivo pagará R$ 120 milhões da dívida dolarizada e a proposta aos poderes seria de que os recursos retirados do custeio seriam devolvidos e o duodécimo regularizado a partir de maio.
O acordo seria formalizado por meio de decreto, após o aceite de todos os poderes.
“Fizemos essa proposta aos poderes, porém, Legislativo e Judiciário não aceitaram, o que é direito deles. Temos que compreender a situação dos poderes. Por outro lado, Tribunal de Contas e Ministério Público concordaram e isso faz parte da democracia. Agora vamos buscar outras soluções”, disse o governador, após cerimônia de lançamento do plano estadual de enfrentamento à hanseníase, no Palácio Paiaguás.
O chefe do Executivo ainda pontuou que os atrasos no repasse do duodécimo aos poderes ocorre pela necessidade de se atender às questões emergenciais e não pela falta de planejamento.
“O Executivo é o órgão arrecadador e deve repassar o duodécimo, mas temos que entender que existem situações emergenciais e elas serão tratadas de forma emergencial. Não falta planejamento, falta dinheiro para fazer frente às contas e tenho avisado isso desde o primeiro dia de mandato”, concluiu Taques.

















Carlos Nunes 31/01/2018
Puxa vida! É sempre assim, quando tá tudo bem a Vitória é do Governo...o Governador é um herói. Mas quando as coisas vão mal pra burro, o problema é de todos nós...aí a dívida é do Estado. No final seremos nós que pagaremos a conta, e o Governo continuará botando a banca com o nosso dinheiro.
1 comentários