FELIPE LEONEL
DA REDAÇÃO
O procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges, detonou a destruição da Amazônia, segundo ele, provocada por grileiros, garimpeiros ilegais, invasores de terras públicas e reservas indígenas. A declaração foi dada durante cerimônia de posse de recondução ao cargo na tarde desta quarta-feira (10).
“Essa destruição da Amazônia não é feita por empresários que pagam seus impostos e são a locomotiva da economia brasileira, mas sim por 1% de grileiros, garimpeiros ilegais e invasores de terras públicas e indígenas”, disse.
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Na ocasião, Borges lembrou que organizações internacionais apontam que se a destruição da Amazônia continuar neste ritmo, a região vai ‘virar deserto’ até o ano de 2030. Ele ainda pediu ajuda ao governador Mauro Mendes (DEM) para conter a destruição do bioma.
“Desde já peço seu apoio, Governador, para salvarmos a economia do Estado, ameaçada pela desertificação, que acabará com nossa produção agrícola”, afirmou.
José Antônio Borges ainda afirmou que vai nomear mais dois promotores com expertise ambiental para o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) para intensificar o combate ao desmatamento em Mato Grosso. O órgão tem o projeto ‘Olhos da Mata’, que usa imagens de satélite para localizar queimadas e desmatamentos.














Auxiliadora 11/02/2021
Inacreditável um promotor vir a público NEGAR FATOS FARTAMENTE COMPROVADOS PELO INPE, através de imagens de satélites nacional e internacional, que os responsáveis pelas queimadas e desmatamentos na Amazônia são os madeireiros e mega empresários do agro negócio. Que vergonha, promotor!!!! A que o senhor Não quer melindrar? Para sorte os promotores são inamovíveis, se não a digna promotora do meio ambiente seria mandada lá para Conchinchina. Só faltou dizer o mesmo sobre a devastação assassina no Pantanal, cujos meliantes são proprietários de 4 fazendas por lá.
1 comentários