CAMILLA ZENI
DA REDAÇÃO
Os deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) decidiram seguir com a tramitação do pacote de projetos para servidores da Segurança Pública e do Detran, enviado pelo governador Mauro Mendes (União Brasil) na terça-feira (29).
Durante a sessão desta quarta-feira (30), ficou acordado que os projetos seguirão a tramitação normal, passando pelas comissões de mérito, enquanto uma comissão paralela tentará abrir negociação com o governador. Isso porque os servidores públicos não aprovaram a proposta original como ela foi enviada.
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Em geral, os projetos preveem aumentos salariais de até 30% para algumas categorias, bem como auxílio fardamento e alimentação, e verba indenizatória para jornadas extraordinárias. No entanto, os textos não estariam contemplando todos os servidores das categorias, além de que algumas outras classes, como servidores da área meio e da Educação, ficaram de fora.
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"O governo vem rachando as categorias com esse projeto, da forma como colocou, porque conceder um aumento, dentro da própria polícia penal, dando para uma parte 30% e para a outra 4%, que é quem já está no fim de carreira, isso aí é uma divisão dentro da própria categoria. Você imagina outras categorias que sequer estão sendo contempladas. O que defendemos é a isonomia", disse o deputado Elizeu Nascimento (PL), após deixar reunião na Presidência do Legislativo.
"Todo mundo está descontente com o projeto da forma que está, e esperamos que o governo tenha bom-senso de poder atender a todas as classes, inclusive as outras da Saúde, Educação e outras que estão atrasadas em questão de valorização", completou.
Segundo o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (União), as discussões com o governo deverão ser feitas pelos deputados Dilmar Dal'Bosco (União), João Batista (PP), Janaina Riva (MDB), Allan Kardec (PDT), e por ele próprio, como presidente do parlamento. Uma nova sessão já foi marcada para a manhã de quinta-feira (31).
Apesar da tentativa de negociação, o governador Mauro Mendes já adiantou, em entrevista na manhã desta quarta-feira, que o projeto foi pensado para atender às categorias mais urgentes, e afirmou que o Estado fez "o que era possível".
“O governo fez um trabalho muito técnico, comparando as atividades, os setores e olhando para o equilíbrio fiscal do Estado. O que era possível fazer, nós fizemos. Se vocês olharem, a média salarial no Estado é a segunda maior de todo o país. Nós fizemos para essas categorias porque eles sim estavam muito abaixo, ganhando menos. Agora, não posso pegar ali e disparar uma reação em cadeia. Daqui a pouco, vamos todo mundo só para pagar salário”, disse Mauro.













Olivio Neto 30/03/2022
OS AMALDIÇOADOS DEPUTADOS SEMPRE ATRAPALHANDO,CRIANDO EMPECILHOS QUANDO TEM ALGUM TIPO DE "MELHORA" PARA OS SERVIDORES... IMPRESSIONANTE
Afonsão 30/03/2022
Sindicatos, pra que servem? Nada os agrada. São todos partidários ativos. Vejam a CUT que nos 14 anos de PT no governo nada fizeram, não teve greve, manifestações, todos coniventes c a roubalheira. O mesmo c os "artistas".
2 comentários