CAMILLA ZENI
DA REDAÇÃO
A suplente e pré-candidata a deputada federal, Gisela Simona, bateu o martelo em relação a sua nova agremiação: o União Brasil. O ato de filiação ocorreu na tarde desta terça-feira (29), durante encontro com o presidente nacional do partido, Luciano Bivar, e o vice, Antônio Rueda, em Brasília.
"Antes, eu manifestei que a minha trajetória política continuaria apenas em um espaço no qual eu poderia defender as causas em prol dos direitos dos consumidores, das mulheres e do servidor público. Assim, nós compreendemos que o União Brasil é a melhor opção para dar continuidade a essa luta na Câmara dos Deputados", disse Gisela, em publicação nas suas redes sociais.
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Segundo a pré-candidata, a decisão foi tomada após conversa com a família e seus apoiadores. Ela afirmou que um dos pontos considerados para a escolha é a posição de determinados partidos e a formação de seus palanques.
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"Nossa trajetória política e coerência de vida nos ensinou que é o povo quem deve decidir o destino numa democracia. Afinal, é por eles e para eles que estamos nessa caminhada. E nessas reuniões definimos de maneira clara quem são os partidos e os palanques que nós não queremos estar nessa disputa em 2022”, pontuou.
Gisela era uma das pré-candidatas mais disputadas pelas siglas para as eleições de 2022, diante da representatividade que carrega: quando candidata à Prefeitura de Cuiabá, em 2020, recebeu 52.191 votos, tendo sido a terceira mais votada.
Em 2018, quando disputou a deputada federal, recebeu 50.682, e só não foi eleita por força de legenda, uma vez que o deputado federal Juarez Costa (MDB) fez apenas 49 mil votos. Além disso, Gisela é um dos principais nomes femininos lembrados para as eleições de 2022. Por isso, foi cortejada por diversos partidos.
Na semana passada, a pré-candidata chegou a conversar pessoalmente com o governador Mauro Mendes (União) e afirmou que a decisão ainda iria considerar os partidos que oferecessem melhor musculatura para sua campanha. Ela citou, à época da entrevista, conversa com o PL, MDB, Republicanos, PSD e o União Brasil.












