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31 de Outubro de 2017, 10h:21 - A | A

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Antonio Joaquim adia filiação no PTB e acusa Taques de atitude mesquinha

Antonio Joaquim decidiu adiar sua filiação no PTB, marcada até então para o dia 8 de novembro, alegando que seu pedido de aposentadoria está sendo objeto de manobra indevida.

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Antonio Joaquim é pré-candidato ao Governo do Estado nas eleições de 2018.

Antonio Joaquim é pré-candidato ao Governo do Estado nas eleições de 2018.

FLÁVIA BORGES
DA REDAÇÃO



O conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e pré-candidato ao Governo do Estado Antonio Joaquim decidiu adiar sua filiação no PTB, marcada até então para o dia 8 de novembro, alegando que seu pedido de aposentadoria “está sendo objeto de manobra indevida, arbitrária e mesquinha do governador Pedro Taques”.

O pedido de aposentadoria foi protocolado no Executivo no dia 19 de outubro e, conforme lei estadual, o governador tem 20 dias para manifestação. O requerimento ainda está sendo analisado pela equipe técnica do Governo. O PTB havia marcado evento de filiação para Antonio Joaquim com a presença do presidente nacional da sigla, Roberto Jefferson.

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“As lideranças e forças aliadas que articulam futuro bloco de oposição ao atual Governo também estão suspendendo momentaneamente o ato político-partidário marcado para a mesma ocasião. Vamos ver até onde vai essa desfaçatez e esse estranho medo de ter e de enfrentar adversários”, diz.

Embora o pedido de aposentadoria tenha sido homologado apenas no dia 19 de outubro, Antonio Joaquim solicitou no dia 12 de setembro, dois dias antes da Operação Malebolge, que determinou o afastamento de cinco conselheiros do TCE.

Ele destaca que o TCE de Mato Grosso é o único do país onde é necessária a assinatura do governador para a homologação da aposentadoria de um conselheiro.

“Infelizmente, o TCE-MT é o único dos 34 Tribunais de Contas do Brasil em que o Regimento Interno prevê que a publicação da aposentadoria de conselheiro em Diário Oficial também precisa da assinatura do chefe do Poder Executivo. Nos demais, até por se tratar de um órgão estranho à estrutura do Executivo, a assinatura depende apenas do seu presidente. Assim ocorrem no Judiciário, Assembleia Legislativa e Ministério Público”. 

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Teka Almeida 01/11/2017

Nenhum dos dois é meu candidato a governo, ainda tenho esperança que surja uma outro que venha nos acalentar na esperança. Mas para o desespero desse desgoverno, esse comportamento é no mínimo ato de medo e desespero. Pois acredito que só o leitor tem o direito, através do voto, de excluir ou incluir um candidato ao cargo que busca. Então PT, larga a mão de ser AUTORITÁRIO e assina logo essa aposentadoria, pois não lhe passei procuração para decidir o meu VOTO.

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