DA REDAÇÃO
O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Antonio Galvan, acredita que o ex-vice-governador, Carlos Fávaro (PSD), derrotado na última eleição ao Senado, ficou queimado com o setor do agronegócio após travar uma disputa para cassar o mandato da senadora Selma Arruda (Podemos).
Em entrevista na quinta-feira (16), o presidente destacou que a senadora teve bastante apoio do setor devido ao histórico dela no Judiciário. Ao ser questionado se o ex-vice-governador saiu 'queimado' desse caso, ele respondeu que sim.
“Acredito que a eleição passada não serve de espelho para essa de agora. Essa disputa que o Fávaro fez para tirar a Selma de todo jeito lá [do Senado]... com certeza [ficou queimado com o agronegócio]. Não repete votos”, disse.
Carlos Fávaro ficou em terceiro colocado na eleição passada. Agora, ele articula apoio para uma eventual candidatura à vaga, para ganhar reforço, o seu partido tenta no Supremo Tribunal Federal (STF) ocupar o cargo temporariamente até que o eleito seja empossado.
Conta ainda com a ajuda do governador Mauro Mendes que também ingressou no Supremo para que Fávaro seja empossado.
Essa não é a primeira tentativa de Fávaro para assumir a vaga. Ele tentou na Justiça Eleitoral ficar com o cargo, mas teve o pedido rejeitado.

















Maria Auxiliadora 18/01/2020
Piveta (a quem nunca votei e nunca votarei) se queimou após ajudar a desmascarar o discurso anticorrupção da desmoralizada de saias???? Só eleitor muito ignorante para cair nessa esparrela. Não vote no cara porque ele não representa o trabalhador pobre e de classe média e sim o agronegócio e demais patrões no cio para retirar mais ainda os direitos trabalhistas, ponto!!!!
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