RepórterMT

O modal está sendo construído sobre o regime RDC (Regime Diferenciado de Contratação), tipo de licitação que deveria ser usada até a Copa.
DA REDAÇÃO
Parada há mais de três semanas, as obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), está servindo de ‘encosto para planta’. Isso porque a equipe do RepórterMT registrou uma imagem do trecho da construção, próximo a Ponte do Rio Coxipo, onde o tapume que cerca o canteiro, está sendo tampando por mato.
Semanas antes do término do mandato do governador Silval Barbosa (PMDB) as obras foram paradas. Já que o novo gestor do Estado, Pedro Taques (PDT), anunciou que irá, ainda no primeiro trimestre da gestão dele, fazer uma auditoria no contrato do VLT, para descobrir o que já se foi gasto, até o momento.
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O VLT que está custando em torno de R$ 1,477 bilhão aos cofres públicos tem 22 km de trilhos e liga dois pontos de Cuiabá. Um até o ponto final do CPA e outro que segue até o Tijucal. O modal está sendo construído sobre o regime RDC (Regime Diferenciado de Contratação), tipo de licitação que deveria ser usada até a Copa.













