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Os imóveis que pertenciam a Éder Moraes e sua esposa foram vendidos à empresa Brasil Central quase dois anos depois da Justiça determinar a indisponibilidade de bens na ação da Operação Ararath.
DA REDAÇÃO
O desembargador Márcio Vidal, da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), manteve a indisponibilidade de 15 imóveis que foram vendidos pelo ex-secretário de Estado, Éder Moraes, e pela sua mulher Laura Tereza da Costa Dias à empresa Brasil Central Engenharia Ltda.
A decisão é da última sexta-feira (15). Os imóveis estão na lista de bens bloqueados pela Justiça no âmbito da Operação Ararath.
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A empresa ingressou com recurso pedindo a 'desconstituição' imediata da indisponibilidade. Relata que havia adquirido 15 terrenos, que totalizam mais de 61 hectares, pelo valor de R$ 1,5 milhão.
No recurso, a empresa cita que havia fechado o contrato de compra e venda em outubro de 2012, e as escrituras públicas lavradas em abril de 2013, quase dois anos antes da determinação de indisponibilidade de bens.





















