DA REDAÇÃO
Ao anunciar sua proposta de pagar a Revisão Geral Anual e as leis de carreira, como o reajuste de 7,69% cobrado pelos servidores da Educação, o governador Mauro Mendes (DEM), lembrou aos grevistas, nesta segunda-feira (05), que a paralisação foi considerada ilegal pela Justiça e conclamou o retorno às salas de aula na terça-feira (06).
“Houve uma decisão do Tribunal de Justiça determinando o retorno à sala de aula e eu conclamo todos os profissionais da Educação para que possam voltar no dia de amanhã”, ressaltou Mauro sem citar que os servidores podem ser afastados por abandono do cargo, já que a greve foi considerada ilegal. A medida é avaliada pelo Executivo para manter a integridade do ano letivo, fazendo a contratação de profesores temporários.
Segundo o governador, pelos dados da Secretaria de Educação do Estado, 62% dos professores estão em sala de aula e apenas 38% ainda mantêm a greve.
Em parecer enviado à Secretaria de Estado de Educação (Seduc), o procurador do Estado Alexandre Apolonio Callejas explicou que a partir do momento em que a decisão do TJ-MT passou a vigorar, os servidores grevistas passaram a ter o dever de voltar imediatamente às atividades.
















