DA REDAÇÃO
A auditoria feita pelo governo Pedro Taques (PDT) destacou que em janeiro de 2013 já haviam sido identificados que 5% dos problemas apresentados na obra do VLT até aquele momento eram graves.
Em dezembro de 2014, esse percentual subiu para 20%. “Os problemas graves aumentaram ao longo de um ano. Os fiscais comunicaram isso ao Governo, que teria a prerrogativa de aplicar multas e tomar outras providências, como a rejeição das obras, exigir a reparação, a reconstrução e até suspensão se algo fosse feito fora do previsto”.
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A responsabilização dos responsáveis ficará a encargo do Ministério Público Estadual, Federal e de Contas (MPE, MPF e MPC) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
O mais curioso disso tudo é o silêncio sinistro do Consórcio VLT. Até o momento, ninguém se prontificou a dar uma explicação sobre o que diz a auditoria do governo Taques. Será que o Consórcio aposta na defesa que vem sendo feita ex-governador Silval de que não houve irregularidade ou desvio de dinheiro? Muito estranho!













