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10 de Dezembro de 2016, 14h:04 - A | A

NACIONAL / OPERAÇÃO LAVA JATO

Delação de diretor da Odebrecht cita Temer, Alckmin e Serra

A notícia que foi dada pelo Jornal Nacional de sexta (9) e é a principal manchete dos jornais deste sábado (10).

MATHEUS LEITÃO
DO G1



O ex-diretor da Odebrecht Claudio Melo Filho citou o presidente Michel Temer e vários integrantes da cúpula do governo, como Eliseu Padilha (Casa Civil), além do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o ministro José Serra (Relações Internacionais) como beneficiários de doações da empresa, algumas legais e outras através de caixa 2. 

A notícia que foi dada também pelo Jornal Nacional de sexta (9) e é a manchete dos jornais deste sábado (10). 

Entre as muitas informações que atingem o governo está a de que Michel Temer teria pedido ajuda financeira a Marcelo Odebrecht para a campanha de 2014. No Globo: “Delatores citam Temer, Renan, Maia, Padilha, Moreira, Alckmin, Serra…”

Abaixo da manchete, onde não couberam todos os nomes, está um subtítulo: “E mais: Jucá, Eunício, Palocci, Kátia Abreu, Geddel, Agripino, Cunha, Jaques Wagner, Marco Maia, Ciro Nogueira, Gim Argelo”. Os ex-integrantes da cúpula da Odebrecht começaram a ser ouvidos, mas a delação ainda não foi homologada. 

A Folha de S. Paulo, que foi citada no JN como parte da apuração da informação, informa na manchete: “Odebrecht diz ter pago caixa 2 em empresa de amigo de Temer”. No Estado de S. Paulo, a mesma manchete: “Delator da Odebrecht cita Temer e cúpula do PMDB”. 

Outra notícia de destaque é de que o ex-presidente Lula e o filho Luiz Claudio foram denunciados na Zelotes pela acusação de terem se envolvido em negociações irregulares para a compra de 36 caças suecos.

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, teve a ajuda da Russia para se eleger,segundo o Washington Post. Eram apenas rumores, mas agora a CIA, segundo o jornal, teria confirmado que o governo russo vazou para o wikileaks documentos hackeados dos democratas.

O Estado de S. Paulo traz uma entrevista com o presidente do Senado, Renan Calheiros, em que ele diz que o ministro Marco Aurélio Mello “entrará para a história pela porta dos fundos”

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