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Cuiabá, 07 de Junho de 2026
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18 de Abril de 2021, 07h:40 - A | A

GERAL / PANDEMÔNIO

Sintep nega retorno às aulas mesmo com vacina para professores e indica possível greve

Categoria alega risco mesmo com professores vacinados e condiciona volta às aulas à vacinação geral de alunos e pais de alunos.

DA REDAÇÃO



O presidente Sindicado dos trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), Valdeir Pereira tem declarado que considera absurda a volta às aulas presenciais, mesmo com os professores da rede pública sendo vacinados. Uma nota divulgada pelo sindicato, afirma que a volta às aulas só vai ocorrer com a população imunizada. A Assembleia Legislativa do Estado aprovou projeto de lei que considera a educação essencial e o governador Mauro Mendes (DEM) afirmou que vai sancionar. Com isso, fica determinada por lei a volta às aulas no Estado, mas as declarações do presidente e a nota divulgada na sexta-feira (16), indicam que categoria não vai acatar e pode haver greve. 

A exigência do Sintep é que além dos professores, sejam vacinados os alunos e os pais dos alunos para haver o retorno presencial das aulas. A condição do Sintep irritou o governador, que disse que o sindicato deve estar debochando do Estado.

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 Na nota, o Sintep defende a necessidade de vacinação em massa e argumenta que mesmo vacinados, a resposta do sistema imunológico dos professores não será imedidata, por isso cobra a aceleração da vacinação geral e insiste:

"O sindicato destaca que a imunização precisa ser acelerada e para TODA a população, já que os estudantes também correm risco de contaminação e a partir daí, são potenciais transmissores do vírus para seus familiares, sendo que muitos são idosos e com comorbidades. Lembramos que estamos falando de estudantes que deverão ser imunizados de acordo com o atual programa nacional de imunização. (...) Retorno presencial das aulas, só com a população imunizada". 

Valdeir afirmou ainda, em vídeo compartilhado, que o projeto de lei 21/202, de autoria do deputado estadual Elizeu Nascimento, que estabelece a educação como serviço essencial é equivocada, o que determina a abertura das unidades escolares em caso de sanção de Mendes. “A Assembleia Legislativa aprovou esse projeto cedendo a pressões dos setores privados, de pais de estudantes de escolares particulares e prefeitos, sem considerar que essa decisão coloca em risco a vida milhares de profissionais, que atuam na educação básica, ensino superior nas redes públicas e privadas. Reprovamos a PL 21, isso nos causa grande estranheza, preocupação e indignação”, declarou Pereira.

Mauro Mendes, por sua vez, comparou a deboche a condição do sindicalista à retomada das aulas presenciais somente após professores, pais e alunos também estarem vacinados contra a covid-19.

Esse cara só pode estar de gozação. Quer dizer que ele quer que todo mundo esteja vacinado? Isso vai ser no final do ano. Negativo. Essa opinião dele não é a opinião da maioria dos cidadãos e tenho certeza que não é a opinião da maioria dos professores. Vacinou os professores nós vamos voltar", disse Mauro em entrevista à Rádio Jovem Pan, na manhã desta sexta-feira (16).

 A aplicação da vacina nos profissionais da educação deve iniciar assim que concluída a etapa de imunização dos servidores da Segurança Pública.

Leia mais: Mauro: Sintep só pode estar de gozação ao cobrar vacinação geral para voltar às aulas

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Janio 19/04/2021

Por favor pessoal só peço que tenham o bom senso de não generalizar, sou professor estou trabalhando muito e assim que vacinado for, estarei em sala de aula sim! Respeitando as medidas de biossegurança e trabalhando como sempre fiz. Muitos colegas coadunam do mesmo pensamento que eu, respeito as opiniões contrárias, mas não acho que é hora de greve e muito menos de querer um país inteiro vacinado para poder voltar para a escola, não digo voltar ao trabalho porque neste momento trabalho o dobro da minha carga horária para atender alunos, apostilas e as burocracias da SEDUC. Estou sinceramente ansioso pelo retorno!

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Marcos José da Silva 18/04/2021

A placa deveria dizer: Vacina para todes. Esse povo não sabe escrever, kkkkk

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walter liz 18/04/2021

realmente não querem trabalhar, corta salario, dai fica justo, sem aula, sem salario

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Regina 18/04/2021

Sabia que os professores não iam aceitar trabalhar em presencial,porque todos trabalhando ganhando sem trabalhar,só fazer apostila em entregar para os pais dando aulas para os alunos engraçado que professores,saem,festeja,niver com aglomerações e os alunos,preciso pra escolas a quinto anos,mandam conteúdo ^^que é apostilas sem explicação,tem aluno saiu da escola sem aprender,isso é normal alunos sair sem leitura, e a escola finge ñ ver,os pais finge que os filhos estão estudando ñ incomoda - os,e agora os professores vão fazer greve pra dar aulas!!!

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Alison 18/04/2021

Fácil de resolver ,quer ficar em casa fique só tirar o salário , governador faça isso deixe esse povo sem salário um mês quero ver ficar em ksa

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Comentador 18/04/2021

Uma série de erros dos dois lados (governo e SINTEP): Erros: - SINTEP: Vacinação só para maiores de 18 anos (16 para algumas vacinas). Na data de hoje, não há teste concluídos sobre eficácia e segurança para vacinação de outros grupos. - GOVERNO: O projeto de lei aprovado tem uma série de erros práticos. Primeiro, pede aos alunos que não tem computador ou acesso a internet que voltem as aulas. Sem uma vacinação de grupos vulneráveis (aí falando em grupos de baixa renda), essa volta apenas terá o potencial para ser disseminador da doença, afinal, tais crianças e adultos que as levam não vão de carro, mas usam transporte coletivo, e logo estão sujeitas a infecção. Melhor seria uma programa para garantir acesso a internet a essas crianças (o que duvido ser feito). Isso, somado à letalidade maior na internação desse grupo específico pode desencadear um aumento significativo em número de mortes. - GOVERNO: Errou em colocar que "todos os profissionais da educação" devem ser imunizados. O texto dá a entende r que 100% dos profissionais deveriam ser imunizados, quando o melhor seria dizer que os profissionais de educação só pode voltar a partir de 15 dias após a última dose tomada; algo que poderia ser controlado pelas instituições; ou seja, o retorno poderia ser mais gradual e mais seguro. O governo que quer que as aulas voltem errou em colocar uma "clausula" tudo ou nada. ACERTO: - SINTEP: Acerta em considerar arriscado voltar as aulas. Temos hoje uma baixa infecção absoluta dos jovens por conta da menor movimentação destes (falando em jovens abaixo de 12 anos, inclusive). Ao voltarmos as aulas, teremos novos agrupamentos de exposição ao vírus que podem por sua vez levar para casa o mesmo. Diferente de um adulto, uma criança não pode se cuidar sozinha, e logo teremos um adulto com potencial de infecção e transmissão. Essa cadeia vai levar a transmissão novamente para os adultos. Pense em números absolutos e taxa de transmissão vs. mobilidade. por mais que esse grupo potencialmente possa ser menos "transmissível", o efeito da baixa transmissão será nulo se pensarmos em termos de escala absoluta.

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ana 18/04/2021

resumindo .... em 2021 não havera aula então?

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Franco Basilio 18/04/2021

Esse pessoal do Sintep acha que a categoria de professores da rede pública são melhores que qualquer outra categoria de trabalhadores. Todos estão fazendo sacrifícios para salvar suas vidas e seu meio se sustento. Não vejo problema nenhum naquele professor que não quiser voltar a sala de aula; porém acredito que seu ponto deverá ser cortado. É muito fácil ficar fazendo “palanque” com discursinho de efeito com salário na conta todo mês. Quero ver essa conversa sem Salário!

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Cidadão 18/04/2021

Covardes, são os únicos que estão 1 ano em casa, parasitas.

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João 18/04/2021

Suspende vacinação de professores.

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Patrícia 18/04/2021

Todos que precisam trabalhar se expõem ao risco!!!! Escola é essencial! Não gostam de trabalhar!!!

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alexandre 18/04/2021

Quando que o sintep não faz greve ?

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12 comentários