RAUL BRADOCK
DA REDAÇÃO
Trabalhadores da educação afirmam que não vão cumprir decisão do Governo do Estado de Mato Grosso em relação a retomada das aulas presenciais, no dia 7 de junho. Decisão foi tomada após Assembleia Geral dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), sem vacina, os profissionais não voltam para as escolas.
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“Deliberou continuidade dos trabalhados remotos, em home office. Por maioria ficou acatado decisões importantes, para fazer frente a insanidade do governo Mauro Mendes em querer obrigar os trabalhadores a arriscarem suas vidas e de seus familiares com o retorno presencial das aulas”, diz nota no Sintep.
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“Nossa orientação é pelo trabalho remoto, em casa, e que as escolas se mantenham fechadas. Contamos com a mobilização de cada um e cada uma na defesa da vida”, reafirmou o presidente do Sintep-MT, Valdeir.
Esta semana, o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, deu entrevista coletiva sobre o início das aulas presenciais.
Os alunos seriam divididos em 50% da capacidade das unidades de ensino, alternando os grupos com as aulas virtuais.
"O pai que não quiser autorizar o filho precisa ir à escola e assinar um termo de ciência. Nesse documento, eles têm algumas responsabilidades [...] como acompanhar o aprendizado do seu filho, de entregar as apostilas, os estudos dirigidos e as aulas que vão acontecer de forma remota. Então, a família também tem que estar acompanhando e garantir a entrega desses materiais”, explicou secretário.













