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01 de Março de 2016, 14h:28 - A | A

GERAL / "AGORA VAI!"

Secretário revela certeza do Estado em finalizar o VLT

Empreendimento bilionário está parado desde janeiro de 2015 e é motivo de processo que tramita na Justiça Federal.

RepórterMT

A obra do trem urbano está parada desde janeiro de 2015, quando foi suspensa, assim como as demais obras da Copa, para ser auditada.

A obra do trem urbano está parada desde janeiro de 2015, quando foi suspensa, assim como as demais obras da Copa, para ser auditada.

KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO



O secretário de Estado de Cidades, Eduardo Chilleto, revelou que o governo do Estado decidiu pela retomada da obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Isso afasta a hipótese da não conclusão do empreendimento, que de sonho, se transformou em “pesadelo” para a sociedade mato-grossense.

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O secretário Chiletto falou sobre o VLT no Tribunal de Contas do Estado (TCE), onde participou de uma reunião sobre a rescisão dos contratos com as empresas que não estão cumprindo Termos de Ajustamento de Gestão (TAGs) relacionados às obras da Copa do Mundo.

O Gabinete de Comunicação do Estado de Mato Grosso (Gcom) confirma que o Chiletto tratou do assunto e que já não há mais dúvida sobre a finalização do VLT.

A obra do trem urbano está parada desde janeiro de 2015, quando foi suspensa, assim como as demais obras da Copa, para ser auditada.

Por ser bilionária e já ter consumido mais de R$ 1 bilhão dos cofres públicos, a condução da obra do VLT é matéria de um processo que tramita na Justiça Federal.

Dentro do processo, mediante a dificuldade de acordo entre as partes, o governo do Estado pediu um prazo para realização de um estudo sobre a viabilidade do empreendimento, de responsabilidade de um pool de cinco empresas, o Consórcio VLT.

Sobre o que é preciso para terminar o VLT, o governo do Estado já divulgou o primeiro relatório feito pela empresa de consultoria KPMG, apontando que ainda seria necessário um aporte de R$ 602 milhões e não R$ 1 bilhão 135, como reivindicou o consórcio empresarial. Além disso, o relatório indica ainda que o trem urbano pode ficar pronto dentro de 1 ano e 7 meses (19 meses) e não 3 anos e meio, também como estimou o empresariado.

O Gabinete de Comunicação ressalta que ainda não tem uma data certa para a retomada da obra do VLT. Até por que, o processo judicial ainda está em andamento.

No entanto, o primeiro relatório da KPMG já teria dado um suporte e segurança financeira ao Governo, para que as negociações entre as partes avancem porém respaldas tecnicamente e não apenas por suposições.

A obra do VLT já consumiu R$ 1,066 bilhão, de um total de R$ 1,477 bilhão licitado pela extinta Secopa. O VLT deveria ter sido concluído em junho de 2014.

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