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De acordo com a presidente do Sindimed, Eliana Siqueira, a categoria tentou de todas as formas evoluir as negociações junto à prefeitura, mas não houve acordo.
DA REDAÇÃO
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso vai intermediar uma reunião entre a prefeitura de Cuiabá e o Sindicato dos Médicos. O encontro está previsto para as 10h desta sexta-feira (6), na sede do Poder Judiciário.
Os médicos anunciaram que vão paralisar os serviços nas unidades de saúde da capital por tempo indeterminado, a partir da próxima segunda-feira (9), onde deve afetar o atendimento no Pronto-Socorro de Cuiabá, na Upa da Morada do Ouro e nos PSFs.
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O Sindicato cobra de Mauro Mendes (PSB) o cumprimento de um acordo realizado no final de 2013.
De acordo com a presidente do Sindimed, Eliana Siqueira, a categoria tentou de todas as formas evoluir as negociações junto à prefeitura, mas não houve acordo.
Esta semana, a prefeitura de Cuiabá e o Sindicato voltaram a ter um impasse. Desta vez no campo político. A categoria disse que não quer negociar mais com o secretário de Saúde, Ary Soares de Souza Júnior, e pediu para que o prefeito entrasse na negociação.
O secretário de Comunicação da prefeitura de Cuiabá, Kleber Lima, disse que Mendes não vai negociar e que ela, a negociação, será feita com o chefe da pasta.
Ao anunciar a greve, o Sindimed disse que seriam cumpridos apenas os 30% determinados em lei em atendimentos de urgência e emergência.
Por sua vez, a Prefeitura tenta impedir a paralisação e por isso recorreu à Justiça para intermediar um possível acordo que possa demover a ideia de greve.
Entre as principais reivindicações estão a regularidade de medicamentos - segundo os médicos cerca de 90% de alguns medicamentos básicos para o atendimento estão em falta nas unidades -, melhores condições de trabalho, segurança, reajuste salarial, entre outros. A rede municipal conta com 693 profissionais distribuídos entre o Pronto-Socorro (253), Atenção Básica (164) e Atenção Secundária (276). Com A Gazeta








