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Mauro Mendes (PSB) disse que vai montar uma comissão para apresentar relatórios mensais sobre a evolução do empreendimento.
ANA ADÉLIA JÁCOMO
DA REDAÇÃO
Temendo que as obras do novo Pronto-Socorro de Cuiabá apresentem erros estruturais e de projeto, a exemplo dos que aconteceram com as obras da Copa do Mundo, o prefeito Mauro Mendes (PSB) disse que vai montar uma comissão para apresentar relatórios mensais sobre a evolução do empreendimento.
O novo hospital está em fase de processo licitatório. Três consórcios estão participando do processo de escolha e o vencedor deve ser conhecido nos próximos dias. A expectativa do prefeito é que até o final deste mês ele possa dar a ordem de serviço e em maio seja iniciada a construção.
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“Os erros na Copa têm que ser um aprendizado pra todos. Vamos montar uma comissão transparente, e mensalmente pedir um relatório de acompanhamento e evolução. Não podemos deixar que aconteça o mesmo que aconteceu com as obras da Copa, que no “corre-corre” muita coisa não foi feita, muita coisa foi paga e não foi entregue e muita coisa sem qualidade. Temos que evitar que isso aconteça porque dinheiro público tem sido jogado pelo ralo”, disse Mendes.
O prefeito propôs entregar o hospital no primeiro ano do seu mandato, contanto com recursos do Governo Federal, Estadual e iniciativa privada, no entanto, o projeto acabou demorando para ser formulado, e apenas três anos após tomar posse, o hospital deve começar a sair do papel.
A expectativa é que o Estado arque com até R$ 50 milhões e a Prefeitura de Cuiabá com R$ 29 milhões. É esperado ainda apoio do Ministério da Saúde no valor de R$ 11 milhões.
O novo Pronto-Socorro será construído em uma área próxima ao Centro de Eventos do Pantanal, e deve custar aos cofres públicos cerca de R$ 100 milhões. Ele será referência em atendimento de urgência e emergência.
O prédio atual, localizado na Avenida General Vale, será transformado, segundo o prefeito, em um hospital materno-infantil.
A nova estrutura contará com seis centros cirúrgicos, 60 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 38 leitos de observação, 198 para internação e outros 20 leitos exclusivos para tratamento de queimados.








