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Cuiabá, 13 de Junho de 2024
13 de Junho de 2024

22 de Dezembro de 2022, 08h:33 - A | A

GERAL / EFEITO PAPAI NOEL

Compras de Natal devem injetar R$ 600 milhões na economia de Mato Grosso

Os mato-grossenses devem gastar, em média, R$ 367,83 nas compras de Natal.

DO REPÓRTER MT



Com a proximidade das festividades de fim de ano, a procura por presentes e produtos aumentam. Os comerciantes estão confiantes e acreditam em crescimento nas vendas. A boa expectativa se dá em razão do pagamento do 13º salário, festividades de fim de ano, bem como as lojas que ficam abertas em horário diferenciado. As compras de Natal podem injetar R$ 600 milhões na economia de Mato Grosso.

Segundo uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do estado (Fecomércio-MT), os mato-grossenses devem gastar, em média, R$ 367,83 nas compras de Natal. Entretanto, todo cuidado é pouco.

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O Órgão de Proteção e Defesa do Consumidor - Procon Municipal orienta a população a ter muita cautela ao fazer as compras. Pesquisar, fazer um planejamento do que almeja adquirir, perguntar sempre ao fornecedor qual a sua política de troca de produto, são alguns cuidados necessários para que as pessoas tenham informação e não extrapolem e passem a fazer parte no ranking dos superendividados. Além é claro, de não deixar para última hora e acabar pagando pelo mesmo produto um valor bem mais alto.

“Sabemos que na época do Natal todos costumam celebrar e presentear todos aqueles que mais estimam. Porém, todo cuidado é pouco para não cair em tentação e acabar adquirindo algo que não precisa. Planejar é a dica mais correta para esse período. Afinal, as contas mensais terão que ser quitadas em janeiro”, disse o secretário-adjunto de Proteção e Defesa do Consumidor- Procon Municipal, Genilto Nogueira.

Genilto ressalta que o Procon Municipal atua de forma preventiva para garantir a harmonia na relação entre o consumidor e o fornecedor nesse período das festas de natal e Réveillon. Uma das iniciativas adotadas pelo órgão é o envio da notificação orientativa a todas as entidades representativas do setor.

“No documento consta uma série de ações que devem ser adotadas, visando a transparência no atendimento das necessidades do cliente. Todos os pontos destacados têm como base o respeito às normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e, por conta do enfrentamento à pandemia, também lembram da necessidade do cumprimento das medidas de biossegurança", explica o secretário-adjunto de Proteção e Defesa do Consumidor, Genilto Nogueira.

Entre as providências destacadas estão: disponibilização do Código de Defesa do Consumidor e endereço e telefone dos órgãos públicos de defesa e proteção do consumidor; atendimento preferencial imediato e individual; manter visíveis informações das formas de pagamento; não vender produtos impróprios para uso; não impor limites quantitativos para compra de produtos em promoção; não manter na área de vendas produtos sem preço.

Diante de qualquer eventual problema ou irregularidade, a orientação é para que antes de procurar o Procon, o cidadão contate o gerente do local ou canais de relacionamento da empresa para tentar solucionar o caso de forma amigável. Se não conseguir, aí sim deve-se procurar o órgão para registrar a denúncia e fazer a abertura dos procedimentos cabíveis.

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