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O governador Pedro Taques foi citado no depoimento do empresário Alan Malouf, na Operação Rêmora.
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) evitou polemizar sobre o pedido do empresário Alan Malouf, dono do Buffet Leila Malouf, de que o processo decorrente da Operação Rêmora seja encaminhado para o Supremo Tribunal Federal (STF).
“Cada um tem o direito constitucional a se manifestar e não me cabe manifestar sobre decisão judicial. Se ele não gostou, tem que recorrer”, disse Taques, nesta quinta-feira (12).
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A alegação da defesa do empresário é de que as citações ao governador e ao deputado federal Nilson Leitão (PSDB) no caso devem ser investigadas pela instância superior.
Os advogados Huendel Rolim e Eduardo Pinheiro pedem que o TJMT anule a decisão dada pela juíza da 7ª Vara Criminal, Selma Arruda (atualmente aposentada), que recebeu a denúncia do Ministério Público do Estado (MPE) e todos os atos decorrentes, como a condenação de Malouf a pena de onze anos, um mês e dez dias de prisão, em regime fechado.
No pedido, a defesa ainda requer a nulidade da acusação do MPE e o perdão judicial ao empresário. Caso o perdão não seja acatado, os advogados pedem a redução da pena em dois terços, ou a substituição do regime fechado para liberdade monitorada.














