DA REDAÇÃO
O ex-secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, que deixou a prisão na sexta-feira (24), disse que está há mais de um ano sem falar com o primo, o governador Pedro Taques (PSDB).
Segundo Taques, há uma medida cautelar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que os impede de manter contato. Ambos são investigados por possível participação no esquema das escutas telefônicas ilegais que ficou mais conhecido como “grampolândia pantaneira”.
Ao deixar o Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), na sexta, Paulo Taques disse que não pode comentar sobre o assunto, pois a outra cautelar que impede que investigados deem declarações públicas sobre o fato.
Na quinta-feira (23), o Pleno do Tribunal de Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) contra os seis investigados na Bereré, mas os magistrados concederam a liberdade para os réus que estavam presos há mais de três meses, acusados de participar de esquema que teria desviado cerca de R$ 30 milhões dos cofres do Detran.
















