DA REDAÇÃO
Um jantar entre tucanos e peessebistas já teria definido a aliança do partido do governador Pedro Taques com o de Mauro Mendes, no projeto de reeleição do prefeito de Cuiabá. Mendes, porém, só deve anunciar oficialmente sua candidatura no mês de maio. Ao que tudo indica os tucanos vão mesmo indicar o vice na chapa. A rejeição ao PMDB, de Silval Barbosa (preso) e, agora, de Blairo Maggi é mesmo carta fora do baralho.
Uma questão de coerência de discurso. Nesse caso, o aopio de Maggi será bem-vindo, mas terá que vir sozinho. O deputado federal Nilson Leitão não quer nem ouvir falar em PMDB estadual. Já o deputado federal, Wilson Santos (PSDB), que não foi convidado para o jantar, continua batendo na tecla de que o partido deve ter candidato próprio, mesmo que seja para perder e, aí sim, em um eventual segundo turno, apoiar Mendes.
WS defende que um partido da envergadura do PSDB não pode entrar em uma eleição como coadjuvante de ninguém. Periga, neste caso, WS ficar sozinho na multidão.













