KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO
O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) confirmou ao
que, para as eleições municipais deste ano, seguindo a orientação do governador tucano Pedro Taques, a sigla só vetará composições políticas, na capital e interior, com candidatos do PMDB.
“É uma decisão já tomada, o partido tem que definir seus parceiros e seguir em frente e eu respeito a decisão do partido”, comentou.
O distanciamento que o PSDB quer do PMDB seria para que a sigla e seus candidatos se descolem de qualquer imagem de corrupção, já que a gestão do ex-governador peemedebista Silval Barbosa, por exemplo, tem sido muito associada a crimes contra os cofres públicos e formação de quadrilha.
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"O partido ouviu o governador e este tema já está definido, não há debate mais sobre isso, é uma questão fechada”, reforçou o deputado
“Não há nenhum outro veto”, assegura o deputado tucano, que é líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT).
Para ele, o eleitor não entende certas alianças que não tenham “química”, estranha e só confia o voto se a composição for coerente.
“Este é o caminho que o governador Pedro Taques resolveu seguir desde o início da sua carreira e tem dado certo. O partido ouviu o governador e este tema já está definido, não há debate mais sobre isso, é uma questão fechada”, reforçou o deputado tucano.
Ele disse que, embora não concorde com a decisão, respeita o que ficou determinado. “É uma decisão já tomada, o partido tem que definir seus parceiros e seguir em frente e eu respeito a decisão do partido”, comentou.
O parlamentar reconhece que esta decisão limita as composições políticas mas que pode ter uma vantagem do ponto de vista da credibilidade do eleitor.
“Sob o ponto de vista da aritmética sim, é uma limitação, mas a política é mais química do que matemática”, compara.
“Sob o ponto de vista da aritmética sim, é uma limitação, mas a política é mais química do que matemática”, compara. Para exemplificar este comentário, o tucano relembrou que na eleição de 1998 o eleitorado estranhou e reprovou uma parceria aparentemente vantajosa nas urnas. “Em 98 quando o senador Júlio Campos (DEM) tinha 52% de intenções de votos e o deputado Carlos Bezerra (PMDB), 22%. Fizeram uma aliança. O Dante tinha 13% e venceu no primeiro turno”, detalhou.
CENÁRIO NACIONAL
Questionado se a saída do PMDB da base aliada da presidente Dilma Rousseff (PT) poderia influir nesta decisão, Wilson Santos desconversou. “Não tenho condições de avaliar nem o quadro estadual, calcula o nacional”.
Também questionado se haveria química entre o peemedebista Michel Temer, vice-presidente, e o senador tucano José Serra, que estudam uma composição, WS ironizou. “É química pura”.
















eu 31/03/2016
"Pedro Taques, que tá que tá com Wilson Santos..." Pra quem se dizia tão honesto, ser aliado de Wilson Santos, hein Taques?
1 comentários