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Taques foi notificado a encaminhar a denúncia ao Gabinete de Transparência e Combate à Corrupção
RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO
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O secretário chefe da Casa Civil, Paulo Taques, disse durante solenidade de posse da nova diretoria do Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindepol), nesta segunda-feira (15), que há existência de pessoas que estariam usando o nome do chefe da Casa Civil, Paulo Taques e do governador Pedro Taques (PSDB) para pedir propina em Prefeituras do estado. Na ocasião ele pontuou que os casos já teriam sido repassados à Secretaria de Segurança.
Porém, a secretária do Gabinete de Transparência e Combate à Corrupção, Adriana Vandoni, afirmou ao
que desconhece o teor da denúncia, por isso quer saber detalhes sobre os servidores públicos que estariam agindo desta forma criminosa.
“Eu notifiquei o secretário para que ele encaminhe a denúncia para nós. São denúncias gravíssimas e ele não encaminhou para ninguém”, argumentou Vandoni.
"Eu notifiquei o secretário para que ele encaminhe a denúncia para nós. São denúncias gravíssimas”, argumentou Vandoni.
De acordo com Paulo Taques as denúncias estão chegando desde o início do governo, mas o assunto estava sendo tratado com discrição. Ele disse que só está tornando o assunto público porque ninguém pode usar os nomes dele e do governador para pedir propina. Aproveitou ainda para orientar os delegados de que se tomarem conhecimento de algum caso deste, que façam a prisão na mesma hora.
Vandoni disse que denúncias graves como essas devem ser analisadas com cuidado. “Quando precisa fazer uma investigação mais detalhada, a gente encaminha para o serviço de inteligência [da Secretaria de Segurança Pública do Estado] e tendo elementos, encaminhamos para a Delegacia Fazendária ou Ministério Público Estadual (MPE], cada caso é encaminhado de uma forma”, defendeu.
A secretária destaca que desde que Pedro Taques assumiu o governo, dezenas de denúncias já foram feitas ao gabinete, porém, nenhuma que envolva os nomes de ambos.
Segundo o secretário, um homem de aproximadamente 60 anos, teria pedido R$ 2 mil a prefeitos, para firmar convênios com os municípios, o valor iria o governador e o chefe da Casa Civil.
DENÚNCIA
Em outro caso, esse em Barra do Garças, um servidor da Sema estaria comercializando licença ambiental por R$ 5 mil, metade do valor também seria 'vendido' como repasse ao chefe do Executivo e seu secretário.
O secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, ainda lembrou que o governador se elegeu com um forte discurso de combate à corrupção, construindo uma imagem que demonstra a intolerância diante práticas corruptas, dando a atender que o ocorrido se deu apenas para prejudicar o chefe do Executivo estadual.
Segundo o secretário, um homem de aproximadamente 60 anos, teria pedido R$ 2 mil adiantado a prefeitos, para firmar convênios com os municípios, parte do dinheiro iria supostamente para o governador e o chefe da Casa Civil.
Em outro caso, esse em Barra do Garças, um servidor da Sema estaria comercializando licença ambiental por R$ 5 mil, metade do valor também seria 'vendido' como repasse ao chefe do Executivo e seu secretário. Um servidor que ocupa cargo comissionado em uma autarquia do governo também teria adotado um plano para fraudar os cofres públicos. O servidor que identifica como sobrinho de Paulo Taques e primo do governador teria dito a colegas que estava vendendo facilidades.
INVESTIGAÇÃO
A Superintendência da Polícia Civil e a Secretaria de Estado de Segurança Pública não confirmaram, até o fechamento desta reportagem, se há investigação sobre o caso.















Cidadão brasileiro 16/02/2016
Se Pedro Taques tivesse honrando seu discurso de moralista e intolerante a práticas corruptas, não estaria aliado com Wilson Santos, Nilson Leitão, Jayme e Júlio, etc. e tal...Conversa pra boi dormir.
Julio Santos 16/02/2016
MI MI MI só fazer de conta que estão agindo!!!
Mato Grosso 16/02/2016
Guerra entre os chefões. Que apareçam os suspostos falsários. Tem que aparecer; ou o secretário quiz apenas aparecer
3 comentários