KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO
Três dos cinco órgãos independentes da adminsitração do governo do Estado, mas ligados financeiramente ao Executivo de Mato Grosso, vão conceder a Revisão Geral Anual (RGA). Todos eles têm funções judiciárias. Os 11,28% da reposição inflacionária de 2015 serão pagos aos servidores do Tribunal de Justiça, do Ministério Público Federal e da Defensoria Pública.
A decisão do TCE é por esperar até que o Estado consiga honrar com a RGA. A intenção é encontar “uma solução conjuntural para todos os funcionários públicos”, diz trecho da nota do Tribunal de Contas.
No Tribunal de Contas do Estado (TCE), o presidente Antônio Joaquim, decidiu, em apoio ao governador Pedro Taques (PSDB), suspender o reajuste dos servidores, assim como fez o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Guilherme Maluf.
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Tanto Antonio Joaquim, quanto Maluf, são correligionários de Taques.
O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), desembargador Paulo da Cunha, anunciou em nota que o pagamento da RGA será concedido. “Quero tranquilizar os servidores do Poder Judiciário e dizer que eu, o Tribunal Pleno do TJMT e a Assembleia Legislativa fizemos nossa parte para a concessão da RGA. Estou, junto com os demais servidores do Judiciário, aguardando a sanção do senhor governador Pedro Taques ao projeto de lei” – detalhou o desembargador.
O Ministério Público Estadual já começou a pagar, com reajuste, em janeiro.
A Defensoria vai contemplar apenas os efetivos.
Na AL, os concursados estão elaborando o plano de carreira e por isso, este deve ser o referêncial para a campanha salarial de 2017. Os comissionados ainda farão uma reunião com a Presidência para tratar sobre isso.
A decisão do TCE é por esperar até que o Estado consiga honrar com a RGA. A intenção é encontar “uma solução conjuntural para todos os funcionários públicos”, diz trecho da nota do Tribunal de Contas.
Os servidores do TCE e da AL ainda não divulgaram se vão ou não aderir à greve dos servidores do Executivo. Nesta terça-feira (17), três categorias já decidiram que vão parar daqui a uma semana, dia 24 de maio. As outras ainda vão convocar assembleia geral para tomar posição.
















alexandre 18/05/2016
10 itens do governo: 1- porque não quer, porque deu aumento salariais pras categorias QUE NÃO DEVERIA TER DADO, se o limite prudencial da LRF estava estourado ?, é PROIBIDO dar aumento e OBRIGATÓRIO recompor o RGA, se reduzir os duodécimos dos Poderes, taxar os fávaros e cortar isenção aumenta a RECEITA e os respectivos limites da folha e LRF. A LDO pode se retificada pela AL.fora os remanejamentos que podem ser feitos, pagar aposentados de outros Poderes pode ? aumentando a despesa da folha do executivo ? 2- o que vale mais a CF ou a LRF ? se a LRF está estourada POR CULPA DO GOVERNO tem que cortar despesas no osso, vide 80 milhoes em PROPAGANDA, mega consultorias, viagens nababescas e isenções fiscais; 3- agora a culpa é do servidor ? ninguem ameaçou os deputados para aumentar salários, é claro que houve ERRO de planejamento na LDO 2016 pois fizeram um aumento de 20 % falando que o orçamento anterior estava sub estimado, e aumento nos repasses dos Poderes, orçamento não é financeiro, se a receita não se concretiza vira o caos, a despesa é FIXADA a receita é estimada, pode haver superávit como acontece agora. a regra é simples ou aumenta a receita ou diminui a despesa, com o governo abrindo mão de receita com incentivos fiscais para turma da lista da FORBES, abrir de mão de receita com o Estado em dificuldades é crime. 4- o estouro da inflação é culpa da dilma e do PT, não é dos servidores, em quanto foram reajustadas as taxas no Estado ? 11,27 % o salário a menor corroído penaliza o servidor e reduz a movimentação de valores no comércio e estagnação da economia. 5-a despesa cresceu mais que a receita, recompondo os salários vai aumentar o recolhimento de imposto de renda na fonte e FUNPREV, Conforme SINDIFISCO os servidores recolhem mais impostos que o agronegócio para o governo. 6- é necessário rediscutir a divisão de valores no pacto federativo e taxar os Fávaros e mega baroes do agronegócio, porque os sojicultores de MS, não quebram ?,seria um incremento de 2 BILHOES na receita do governo, daria para pagar RGA e ajudar a saúde e educação que deveriam ser prioridades do governo não proteger os mega milionários apoiadores de campanha. 7- o governo teve 1 ano pra se preparar e propor soluções, a LDO é feita um ano antes, deveria ter feito uma reserva de contingência para pagar parcelado ou arranjar novas fontes de receita. 8- porque não taxar o agronegócio ? porque não revisar incentivos fiscais ? porque não reduzir os duodécimos ? um do principios da boa administração é se antecipar as crises e não colocar o custo das decisões na costas dos servidores; 9- pela vontade do governo nunca, ou em 31/02/2017, a economia só sai da lama no 2 semestre do 2017 se forem tomadas medidas duras de correção hoje a nível macroeconômico, governo pede pra aguardar a situação melhorar sendo que já passamos o aperto a 1 ano, teve carreiras que não teve aumento nenhum, além do RGA 2015. fazer parcelamento em 6 vezes, o valor do dinheiro vai se corroído pela inflação e pelo imposto de renda igual ano passado. 10- o governo não aderiu a renegociação dos valores dos Estados com a união então pode fazer concursos público, a grande questão é taxar quem contribui pouco com Estado, porque o servidor tem que pagar mais imposto que o sojicultor ?a resposta é simples ou reduz a receita ou aumenta a receita, com aumento da receita atende os limites da LRF, a decisão é politica, quero ver se os Maggi vão tirar os pés de soja daqui por causa de R$ 2,00 de imposto em cada saca de soja ? não cobrar o imposto esperando o FEX que nunca chega é arrisca o fluxo de caixa do governo para beneficiar produtores que receberam ajuda durante 20 ANOS, está na hora de desmamar o bezerro. se o INDEA parar quero ver vender boizinho, o impasse vai gerar prejuizos enormes pro governo e servidores o que não falta é trabalho pra fazer neste Estado. melhore a fiscalização na sefaz, entre punir 100 mil servidores e ajudar os barões do agronegócio, o governo já definiu o seu lado, os orgãos arrecadadores vão parar, parcela em 3 vezes e resolve o problema e troquem o negociador, repetir os números maquiados do governo, o jogo de planilha, tem técnicos na sefaz que derrubam os argumentos do POP STAR em 2 minutos. a crise precisa ser enfrentada por todos, não somente pelos servidores pagarem o pato pela crise, os poderes são harmônicos e independentes entre si porque o Executivo tem pagar a conta sozinho, o governo até agora só apresentou o problema e está bem longe da solução ou proposta aceitável, a mensagem do governo é devo não nego pago quando puder... isso não é plausível nem defensável em qualquer assembléia. vamos no TCE parece a Suécia, vamos no Intermat parece que estamos na áfrica, de tanta falta de estrutura.
joel silva 18/05/2016
Pelo jeito dos três poderes só o executivo é incompetente para administrar o erário.
2 comentários