KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO
Convidado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), para tratar sobre a Constituição Federal e o momento histórico do país, nesta segunda-feira (9), o governador Pedro Taques (PSDB) aproveitou a oportunidade para comentar em entrevista aos jornalistas sobre a polêmica do dia, que foi a decisão do presidente em exercício da Câmara Federal, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA), que anulou a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na sessão do dia 17 de abril deste ano. Taques reprovou a medida, a qual chamou de “brincadeira de criança de mau gosto”.
“Acho possível nós darmos uma virada de chave nesse momento, desde que as instituições estejam respeitadas e a Constituição vivida”, resumiu.
Apesar da crise política e o clima conturbado no Congresso Nacional, o governador afirmou à imprensa, que acredita na política e Justiça do Brasil. “Acho possível nós darmos uma virada de chave nesse momento, desde que as instituições estejam respeitadas e a Constituição vivida”, resumiu.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
“É a mesma situação de um contrato assinado, a não ser que existam vícios, o que não é o caso”, opina.
Taques disse ainda que o Brasil é sim um país sério, embora tenham pessoas não sejam.
Para reverter a anulação da votação do impeachment, o governador disse que já existe na Câmara um ato jurídico, com base no artigo 5 inciso 35 da Constituição, que determina que a Câmara não pode voltar atrás. Ele comparou a votação do impeachment com um contrato. “É a mesma situação de um contrato assinado, a não ser que existam vícios, o que não é o caso”, opina.
O governador Pedro Taques é um dos fortes defensores do impeachmente da presidente Dilma.















