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09 de Maio de 2016, 17h:42 - A | A

POLÍTICA / OPOSIÇÃO À DILMA

Taques chama anulação do impeachment de 'brincadeira de mau gosto' e diz acreditar em virada

Segundo Taques, o Brasil é sério e o Congresso também, o problema seriam aquelas que não são sérios e a condução dos trabalhos em Brasília.

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Taques comparou a votação do impeachment com um contrato assinado.

Taques comparou a votação do impeachment com um contrato assinado.

KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO



Convidado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), para tratar sobre a Constituição Federal e o momento histórico do país, nesta segunda-feira (9), o governador Pedro Taques (PSDB) aproveitou a oportunidade para comentar em entrevista aos jornalistas sobre a polêmica do dia, que foi a decisão do presidente em exercício da Câmara Federal, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA), que anulou a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na sessão do dia 17 de abril deste ano. Taques reprovou a medida, a qual chamou de “brincadeira de criança de mau gosto”.

“Acho possível nós darmos uma virada de chave nesse momento, desde que as instituições estejam respeitadas e a Constituição vivida”, resumiu.

Apesar da crise política e o clima conturbado no Congresso Nacional, o governador afirmou à imprensa, que acredita na política e Justiça do Brasil. “Acho possível nós darmos uma virada de chave nesse momento, desde que as instituições estejam respeitadas e a Constituição vivida”, resumiu.

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“É a mesma situação de um contrato assinado, a não ser que existam vícios, o que não é o caso”, opina.

Taques disse ainda que o Brasil é sim um país sério, embora tenham pessoas não sejam.

Para reverter a anulação da votação do impeachment, o governador disse que já existe na Câmara um ato jurídico, com base no artigo 5 inciso 35 da Constituição, que determina que a Câmara não pode voltar atrás. Ele comparou a votação do impeachment com um contrato. “É a mesma situação de um contrato assinado, a não ser que existam vícios, o que não é o caso”, opina.

O governador Pedro Taques é um dos fortes defensores do impeachmente da presidente Dilma.

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