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10 de Março de 2016, 14h:17 - A | A

POLÍTICA / "LIVRE ARBÍTRIO"

Secretários terão que escolher se voltam a ser promotores ou ficam no governo

Após decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a inconstitucionalidade da nomeação de membros do Ministério Público para cargos de outras instituições, Taques se reúne com secretários para saber deles qual a decisão de cada um

Reprodução

A secretária-adjunta da Sema, Maria Fernanda da Costa, a secretária da Sema Ana Luiza Peterlini e o secretário de Segurança Pública, Fábio Galindo terão até o dia 02 de abril para definir se continuam ou não na gestão de Pedro Taques.

A secretária-adjunta da Sema, Maria Fernanda da Costa, a secretária da Sema Ana Luiza Peterlini e o secretário de Segurança Pública, Fábio Galindo terão até o dia 02 de abril para definir se continuam ou não na gestão de Pedro Taques.

CELLY SILVA
DA REDAÇÃO



Diante da decisão do Supremo Tribunal Federal de que membros dos Ministérios Públicos Estadual e Federal não podem exercer cargos nos quais se submetam a funções de governo e, portanto, políticas, o governador governador Pedro Taques (PSDB) deve se reunir com três dos secretários de seu staff, que se enquadram nesta situação, para que eles decidam se continuam a responder por suas pastas, ou voltam a atuar em seus cargos de promotores, dos quais estão licenciados.

Em Mato Grosso, a decisão do STF, tomada na noite desta quarta-feira (9), atinge diretamente aos secretários Fábio Galindo (Segurança Pública) e Ana Luiza Peterlini (Meio Ambiente), além da secretária-executiva Maria Fernanda Corrêa (Meio Ambiente).

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Conforme apurou o , junto ao secretário de Comunicação, Jean Campos, Taques irá cumprir a decisão do STF, mas apesar de ter apenas 20 dias para oficializar as alterações, o governador ainda quer dialogar e dar o 'livre arbítrio' a seus secretários.

“O governador vai conversar com os secretários porque é uma decisão que tem que ser cumprida, mas eles também podem decidir. Essa é uma decisão mais dos secretários do que de governo”, afirmou.

O prazo para decidir se preferem permanecer no governo Taques ou se voltam para suas promotorias, onde possuem cargo vitalício é de 20 dias a partir da publicação do Supremo Tribunal Federal.

Caso continuem nos cargos de secretários de Estado, eles serão exonerados dos cargos de promotores de Justiça. Essa mudança surgiu com a votação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

PERFIL JUDICIALIZADO

Na Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), o promotor de Justiça de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de Minas Gerais, Fábio Galindo assumiu o cargo no final do ano passado. Antes disso, ele já era secretário-adjunto do também promotor Mauro Zaque, do Núcleo do Patrimônio Público do MP mato-grossense.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente é outra pasta comandada por duas promotoras de Justiça: Ana Luiza Ávila Peterlini e Maria Fernanda Corrêa da Costa, ambas oriundas da Procuradoria Especializada em Defesa Ambiental e Ordem Urbanística do MPE-MT. 

Convidar agentes da lei para compor seu governo tem sido um dos diferenciais da gestão de Pedro Taques, além de promotores, o staff do tucano também tem delegados à frente de importantes autarquias, como Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e o Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat) também já estão 'na lista'.

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Carlos Lisboa 10/03/2016

vOCES DESSE SITE NÃO PUBLICAM COMENTÁRIOS... PQ? RECEBEM DO GOVERNO?

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Carlos Lisboa 10/03/2016

Largar ou não largar o OSSO... EIS A QUESTÃO!!!

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2 comentários