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Cuiabá, 16 de Junho de 2026
16 de Junho de 2026

18 de Janeiro de 2014, 10h:41 - A | A

POLÍTICA / FORÇOU

Presidente do PDT do RS sugere nome de Taques para presidente da República

Em carta entregue à executiva nacional do PDT, presidente do partido no RS sugere nome de Taques para sucessão de Dilma

ABDALLA ZAROUR
DA REDAÇÃO



Apesar de não deixar explícito que é candidato ao governo do estado, o senador Pedro Taques (PDT) pode mudar a sua candidatura de direção em um voo mais alto.

Por ser considerado uma das principais lideranças do PDT, até em nível nacional, o diretório da Legenda no Rio Grande do Sul em carta entregue à executiva nacional, em dezembro do ano passado, sugere que o partido lance um candidato próprio para sucessão de Dilma e o nome de Taques aparece com força para a disputa.

Outra liderança sinalizada para concorrer a eleição presidencial é do senador Cristovam Buarque (PDT/DF).

Apesar de pertencer à base aliada ao governo federal, algumas lideranças pedetistas, a exemplo do próprio Taques, vêm mostrando posição de independência em relação às decisões do Executivo.

Presidente da executiva gaúcha, Romildo Bolzan Junior explica que o raciocínio do partido, em seu estado, é de que as siglas precisam ter interlocutores e, para isso, devem se posicionar no cenário nacional, principalmente diante da perspectiva de que o pleito seja definido somente num segundo turno.

De acordo com ele, dentro dessa perspectiva, os nomes mais apropriados para a disputa nacional seriam o de Cristovam e Taques. (Com Gazeta Digital)

Em Mato Grosso, Taques é cobiçado pelos partidos da 'oposição' para ser o candidato da sucessão de Silval Barbosa (PMDB). Apesar da indefinição ainda do seu nome, as turbulências já começaram a aparecer. Esta semana, o presidente do DEM em Mato Grosso, deputado Federal Júlio Campos, soltou 'farpas' contra o senador.

Tudo isso porque existe uma aproximação muito forte do PR com o PDT e isso acabaria aglutinando os Republicanos na aliança formada por partidos de oposição ao governo Silval Barbosa (PMDB).

“O senador até agora não assumiu uma postura de decidir em qual lado ele quer estar, ou nós, da oposição, ou com a base do governo Silval Barbosa (PMDB). Tentar colocar todo mundo junto não ficaria bem até moralmente. Ou ele (Taques) agregue ao governo ou com a oposição, certas coisas em política não existem”, reclamou.

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