MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO
A escolha do PSB para compor a chapa como vice da candidatura de Pedro Taques (PDT), ao Governo do Estado, parece já estar definida. Cada dia mais unido a Taques, o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, presidente estadual do PSB, já deixou claro que o partido não abre mão de compor como vice na candidatura majoritária. Do outro lado, o prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz, principal líder do PPS em Mato Grosso, que colocou o nome de sua esposa Ana Carla Muniz como vice do pré-candidato a governador, não ameaça mais abandonar o grupo caso não tenha a preferência.
Mendes, porém, desconversa sobre quais seriam os nomes propostos pelo partido para preencher a vaga de vice.
“Hoje é o senador Pedro taques é que está definido. Os demais nomes serão construídos ao longo dos próximos meses até as convenções, mas por enquanto eu não especulo nomes. Estamos estamos trabalhando a coligação partidária. O PSB é um partido importante nesse cenário, mas certamente nós vamos brigar como todos brigam por um espaço na majoritária”, declarou.
A proposta do PSB seria apresentar um candidato a vice-governador com base no interior, já que Taques tem maior força política na Capital e na Baixada Cuiabana.
Nos bastidores, o principal nome para vice-governador seria do ex-prefeito de Rondonópolis e ex-presidente da extinta Agecopa, Adilton Sachetti (PSB). Também fariam parte das opções a deputada estadual Luciane Bezerra, de Juara, e o suplente de deputado estadual Cândido Teles, do Vale do Araguaia.
Percival Muniz, um dos primeiros líderes partidários a declarar apoio a Taques, nega que a possível escolha de Sacheti culmine na saída do PPS do grupo Mato Grosso Muito Mais, por ter se sentido traído com a ‘manobra’ dentro da ‘aliança’, que teria levado Sachetti do PDT para o PSB, já com a pretensão de indica-lo a vice.
“Ainda acredito que temos o melhor projeto para Mato Grosso. Ana Carla é sim dos nomes propostos para ser vice, mas existem outros nomes, existem várias conversas, isso faz parte da política. Eu não disse que a indicação dele (Sachetti) era uma traição. Não tem nada nesse sentido”, pontuou.
Muniz afirmou ainda que não tem participado constantemente de reuniões e eventos com o grupo devido suas atribuições como prefeito de Rondonópolis.
“Não estou me afastando do grupo, meu cargo exige que eu esteja aqui em Rondonópolis, mas tenho conversado com o senador Pedro Taques todos os dias. Tenho participado de todas as discussões”, frisou.
















