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O senador afirmou que irá votar a favor do impedimento, devido aos indícios de crime de responsabilidade
PAULO COELHO
CELLY SILVA
Está confirmado o nome do senador de Mato Grosso, José Medeiros (PSD) para compor, como membro titular, a comissão que a analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no Senado.
“O golpe foi muito grande. Parece que o governo está nocauteado”, comentou.
O grupo de parlamentares pode ser oficializado ainda nesta terça-feira (19). O objetivo é adiantar o processo para dar celeridade ao trabalho.
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Em entrevista ao
, o senador afirmou que irá votar a favor do impedimento, devido aos indícios de crime de responsabilidade e pelas pedaladas fiscais.
Medeiros, que é o substituto do governador Pedro Taques (PSDB), no Senado, avalia que a aprovação do processo, por 367 votos na Câmara Federal culminou em um maior enfraquecimento do governo petista, portanto ele diz estar confiante na aprovação do impeachment pelo Senado.
“O golpe foi muito grande. Parece que o governo está nocauteado”, comentou.
“A gente sente que eles já estão assim num processo de quem ‘jogou a toalha’. A gente sente esse clima aqui. Então, eu creio que os senadores serão menos assediados do que os parlamentares da Câmara foram”, prevê.
Segundo Medeiros, nos corredores do Senado não há registros de “correria” para angariar votos, já que os parlamentares estariam com opinião formada e haveria uma certa descrença daqueles que ainda apoiam o governo de Dilma.
“A gente sente que eles já estão assim num processo de quem ‘jogou a toalha’. A gente sente esse clima aqui. Então, eu creio que os senadores serão menos assediados do que os parlamentares da Câmara foram”, prevê.
O senador José Medeiros conta que ele próprio não tem feito campanha para conseguir votos a favor do impeachment, nem mesmo com os demais representantes de Mato Grosso, Wellington Fagundes e Blairo Maggi, ambos do PR. “Não tenho tratado com eles até porque eu creio que cada senador já está com seu livre convencimento e esse tema do impeachment já vem sendo tratado desde o ano passado em vários debates. Cada parlamentar já sabe como vai votar”, afirma.
Calculando pelo menos dois votos dos representantes de Mato Grosso, que são favoráveis ao impeachment, sendo ele e o senador Blairo Maggi (PR), Medeiros ainda tem esperança de somar o voto do senador Wellington Fagundes (PR), que atualmente tem se declarado indeciso.
“Nós estamos otimistas que ele possa mudar, mas o convencimento vai ser feito nas fala (...). Tem vários senadores ‘virando’ o voto, mas por causa da pressão popular, do trabalho da imprensa”, pondera Medeiros.















Marquinhos2 19/04/2016
Que contradição é esta lei eleitoral.Um senador sem um voto nas urnas vai julgar uma presidente eleita com mais de 54 milhões de votos validos, REPITO mais de 54 milhões de votos. Com qual moral.Tudo por culpa do Pedro Taques que fez do senado um Trampolim, deixando um vice desconhecido até mesmo do Pedro Taques, ja que sua chapa de vice estava sobre judice. Este é o meu Brasil.Medeiro, o senhor tem competência mas, peça seu impedimento moral neste caso ai comparando seus votos contra a da Dilma, por favor, ai eu posso passar ser seu eleitor pela sua grandeza.
Robson Arruda 19/04/2016
Golpista!Traidor da Democracia Brasileira!
2 comentários