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Cuiabá, 16 de Junho de 2026
16 de Junho de 2026

30 de Junho de 2014, 08h:35 - A | A

POLÍTICA / ACORDO FIRMADO

Luciane revela que aceitou 2ª suplência para ser candidata ao Senado em 2018 e cobra compromisso

O acordo prevê que Jayme a deixe ocupar a cadeira no Senado por algum tempo e que na próxima eleição estadual ela seja candidata ao senado pelo grupo da oposição.

MARCIA MATOS
DA REDAÇÃO



A deputada estadual Luciane Bezerra (PSB), que chegou a ser indicada a compor como candidata a vice-governadora na chapa de Pedro Taques (PDT), mas acabou ficando com a segunda suplência na candidatura ao Senado, encabeçada por Jayme Campos (DEM), afirmou aos jornalistas que em sua avaliação não saiu perdendo.

A deputada acabou declarando que aceitou a colocação, em troca de um acordo que prevê que Jayme a deixe ocupar a cadeira no Senado por seis meses e que na próxima eleição estadual, em 2018, ela seja candidata ao senado pelo grupo da oposição.

"Quero é que os compromissos sejam cumpridos para que daqui quatro anos eu venha a ser candidata à senadora"

“O que eu quero é que os compromissos sejam cumpridos. Eu assumir o Senado, eu conseguir fazer um trabalho para daqui quatro anos eu venha a ser candidata à senadora do grupo, que vão abrir duas vagas. Então, com isso, eu achei melhor a oportunidade que foi dada”, frisou.

De acordo com a deputada, a decisão de dar uma trégua na briga por uma vaga de melhor colocação na majoritária foi dela, já que o prefeito de Cuiabá e presidente estadual do PSB, Mauro Mendes (PSB) teria dado ‘carta branca’ para que ela decidisse.

“Ele deixou na minha mão a decisão. Ele falou deputada, o PSB fez a parte dele, nós fizemos as conversações e dentro disso cabe à senhora agora também ajudar na decisão.

Se a senhora aceita a segunda [suplência], ou se vamos voltar e continuar na briga. Então, eu por bem, achei melhor conversar e apertar os ponteiros de como seria essa minha participação no Senado e eu achei melhor para não dar um ‘racha’ interno”, relatou.

Para Luciane, a ficar na segunda e não na primeira suplência não mudaria em nada, já que suplente não recebe votos, então brigar por isso seria perda de tempo.

“Se é primeira ou segunda [suplência] é só um número. Porque o eleitor vai votar em Jayme e vai votar em Pedro. Então eu acho q é uma briga desnecessária e eu não tenho esse ego de ter o primeiro ou o segundo”, afirmou. 

Na convenção partidária do Democratas (DEM), realizada na manhã da última sexta-feira (27), foi homologada a candidatura de reeleição do senador Jayme Campos, que apresentou na primeira suplência o nome do empresário Marcelo Malouf (PSDB) e na segunda suplência a deputada Luciane Bezerra (PSB).

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