ABDALLA ZAROUR
DA REDAÇÃO
O deputado federal e atual presidente do DEM em Mato Grosso, Júlio Campos, voltar a usar a sua metralhadora giratória nesta segunda-feira (13). Em entrevista ao jornal da TV Record, o parlamentar criticou duramente a postura do senador Pedro Taques (PDT). Tudo isso porque existe uma aproximação muito forte do PR com o PDT e isso acabaria aglutinando os Republicanos na aliança formada por partidos de oposição ao governo Silval Barbosa (PMDB).
“O senador até agora não assumiu uma postura de decidir em qual lado ele quer estar, ou nós, da oposição, ou com a base do governo Silval Barbosa (PMDB). Tentar colocar todo mundo junto não ficaria bem até moralmente. Ou ele (Taques) agregue ao governo ou com a oposição, certas coisas em política não existem”, reclamou.
A aproximação do PR traria, já de cara, um possível estrago com o DEM junto na aliança. O presidente dos Republicanos no Estado, Wellington Fagundes, poderá ser o candidato ao senado, inviabilizando a candidatura da reeleição do senador Jayme Campos (DEM). Para Júlio o irmão estaria mais bem cotado.
“Ele (Jayme) está na frente de Wellington, Silval, Serys Slhessarenko (PTB), qualquer outro candidato. Agora, trazer um partido que está há 12 anos com o governo, tem importantes cargos, secretarias de Estado, faltando poucos meses para terminar o mandato, dá uma 'banana ' ao governo e vai apoiar a oposição e ainda impor cargo na majoritária; também não somos bobó cheira-cheira”, criticou o deputado usando o linguajar cuiabano.
















