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Os oito deputados federais de Mato Grosso votaram das às 18h20, da noite deste domingo (17).
KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO
Os oito deputados federais de Mato Grosso votaram às 18h20 da noite deste domingo (17) e mantiveram as posições pré-anunciadas. O placar do Estado manteve-se 6 a 2 em favor do seguimento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
O deputado Adilton Sachetti (PSB) destacou a mulher, Rose Sachetti, o Brasil e Mato Grosso em seu voto. “Pelo Brasil, pelo nosso Estado de Mato Grosso, pela minha querida Rondonópolis, pela minha família em especial a minha mulher que neste momento luta pela vida, é sim”, disse ele. A esposa dele acabou de passar por um transplante, em tratamento contra leucemia.
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Já o peemedebista Carlos Bezerra (PMDB) alegou que é fundador do partido e como tal acompanharia a orientação da sigla. “Eu saí da cadeia da ditadura para fundar o MDB e sou membro nacional do partido, e meu partido está apoiando o sim, portanto meu voto é sim”.
“Por um Brasil mais justo, pela mudança, pela retomada da esperança, por um novo caminho, pelo meu Mato Grosso que tanto amo, pelos milhões de brasileiros que foram às ruas, eu voto sim”, defendeu o deputado Fábio Garcia (PSB).
O tucano Nilson Leitão representou o pensamento do PSDB que faz oposição histórica ao PT. “O Brasil chegou hoje ao juízo final de uma luta de quase um ano falando que o impechment tinha que ocorrer”, discursou Leitão. Ele voltou a falar em pátria unida. "O Brasil é um só, ninguém vai nos dividir, em nome de Mato Grosso e da minha cidade Sinop eu voto sim, pelo Brasil”.
Com o discurso evangélico, o Professor Victório Galli (PSC) disse votou pelo impeachement. “Em nome da minha família, do meu Estado, do Brasil, em nome do povo cristão que detesta a corrupção meu voto é sim”, reforçou. Ele citou Olavo de Carvalho, “que na década de 90, já dizia que o PT daria PT no país, perda total”.
O petista Saguas Moraes votou pelo Brasil, por Mato Grosso e por tudo que Lula e Dilma fizeram pelo país. “Pela democracia meu voto é não”, afirmou o deputado.
O médico José Augusto Curvo, o “Tampinha”, presidente do PDT de Cuiabá, em 1992, citou o governador de Mato Grosso, Pedro Taques, ao votar sim, pelo impeachment. Citou também a família Curvo e o pai dele, que está completando 100 anos de vida. Ele destacou também que, em 1992, votou sim pelo impeachment do atual senador Fernando Collor, na época presidente do país.
O último voto entre os dos mato-gossenses foi dado pelo deputado federal Valtenir Pereira (PMDB), que protocolou na manhã de hoje seu voto, no Congresso, dizendo que estudou o caso e não viu crime da presidente Dilma. Ele disse que votaria “de acordo com a ordem jurídica”. Ressaltou que “se chegar neste plenário um processo de impeachment contra vice-presidente Michel Temer com o mesmo fundamento deste processo de impeachment eu já adianto eu vou votar contra, meu voto é não”.
Mato Grosso foi o 12º Estado a se manifestar. A votação continua.
Ainda faltam vários estados para votar. A previsão do presidente da Câmara de Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), é que a sessão, que começou às 13 horas, horário local, termine por volta das 20h.
CONFIRA O VOTO DO DEPUTADO ADILTON SACHETTI
CONFIRA O VOTO DO DEPUTADO CARLOS BEZERRA
CONFIRA O VOTO DO DEPUTADO FÁBIO GARCIA
CONFIRA O VOTO DO DEPUTADO NILSON LEITÃO
CONFIRA O VOTO DO DEPUTADO GALLI
CONFIRA O VOTO DO DEPUTADO SAGUAS MORAES
CONFIRA O VOTO DO DEPUTADO TAMPINHA
CONFIRA O VOTO DO DEPUTADO VALTENIR PEREIRA















Fabio 17/04/2016
Parabéns a Matéria mais completa é essa
1 comentários