MARCIA MATOS
DA AMM
Com a presença do candidato do governo à oposição, Pedro Taques (PDT), a convenção do Democratas (DEM) reuniu mais de 300 pessoas, que lotaram o auditório da Associação dos Mato-grossense dos Municípios (AMM) , na manhã desta sexta-feira (27), para a oficialização da candidatura de reeleição do senador Jayme Campos (DEM) e dos demais candidatos que irão disputar vagas de deputados federal e estadual.
A vaga de primeira suplência de senador ficou para o PSDB, que indicou o nome do empresário Marcelo Malouf e a segunda suplência foi destinada à deputada estadual Luciane Bezerra (PSB), que já havia sido cotada até mesmo para ser candidata a vice-governadora na chapa de Pedro Taques (PDT). Com isso, Chico Galindo e Osvaldo Sobrinho do PTB ficam de fora.
Aos jornalistas, Jayme afirmou que a colocação dos suplentes foi definida de forma consensual, após muito debate.
“Isso foi discutido de forma exaustiva. O PSDB fez essa indicação, o PSB indicou, mas naturalmente outros partidos indicaram e a decisão recaiu sobre o nome do empresário Marcelo Malouf (PSDB), porque foi consenso de vários partidos.
Não foi nada feito a ferro e força, muito pelo contrário. Foi feito um diálogo, um entendimento e todos os partidos concordaram. Sem trauma, sem problema nenhum. O que nós temos que fazer agora é trabalhar. Trabalhar e ganhar a eleição”, declarou.
Quanto aos candidatos a deputado federal, ficou definida a união de 14 partidos aliados compondo um chapão.
Nesse quadro, o Democratas apresentou três candidatos: Genésio Böer de Juína, Israel Rolamento de Rondonópolis e ‘Compadre Banga’, que com trajes exóticos, apresenta características semelhantes a do humorista Falcão.
Já na composição dos candidatos a deputado estadual, as candidaturas ficaram divididas em três ‘frentes’ para que os partidos menores não fossem prejudicados, com a formação de um chapão no qual cada candidato teria que conquistar 230 mil votos para se eleger.
Na divisão ficaram unidos o PTB, o PTS, PSL e o PMN, em outro grupo estão o PSC, PSDC, PRT, PRP e PV.
Já entre os partidos maiores ficaram juntos PDT, PP, DEM, PSB, PSDB e Solidariedade.

















Paulo Jorge 27/06/2014
O grande problema de muitas coligações, é que em caso de vitória, começa a má gestão do governador eleito, pois terá que lotear cargos e outros dividendos a elementos que não possuem capacidade técnica e operacional, para executarem uma administração pública impar.
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