LAICE SOUZA
DA REDAÇÃO
Juntos os candidatos que disputam os cargos de senador e governador deverão desembolsar a quantia de R$ 172 milhões nas campanhas políticas deste ano. Os dados estão disponíveis nas projeções feitas pelos candidatos na ata entregue ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT).
Esse valor daria para construir as trincheiras do Santa Rosa, Santa Izabel, Círio Cândia e Jurumirim, além do viaduto do Despraiado todas obras planejadas para o mundial em Cuiabá, além da duplicação da estrada da Guarita em Várzea Grande.
No total, os candidatos ao governo deverão desembolsar juntos a quantia de R$ 109 milhões e no Senado R$ 63 milhões.
Para o cargo de governador, o candidato José Geraldo Riva (PSD), deputado estadual, prevê o gasto de R$ 35 milhões nos próximos três meses. Ele é seguido pelo senador Pedro Taques do PDT que orçou a campanha em R$ 34 milhões. Já o candidato Lúdio Cabral do (PT), que concorre pela situação, deverá desembolsar a quantia de R$ 30 milhões para cobrir os gastos com a campanha política.
Na quarta colocação em gastos está José Marcondes, o Muvuca, do partido PHS. Ele fez a previsão de gastar até R$ 10 milhões. A menor previsão de gasto é do candidato José Roberto Freitas Cavalcante (PSOL), que colocou o limite de R$ 1 milhão.
Já para o Senado, o ex-presidente da Famato, Rui Prado do PSD, fez a previsão orçamentária de custo de campanha no valor de R$ 30 milhões. Na segunda colocação entre os que mais irão gastar está o candidato do PR, o deputado Federal Wellington Fagundes. Ele estipulou um gasto máximo de R$ 15 milhões.
Na terceira colocação está o atual senador Jayme Campos do Democratas, com um custo estimado de R$ 12 milhões. O partido PHS, que tem Amorézio Dias Vidrago, declarou uma previsão de gasto de R$ 5 milhões. O candidato do PSOL, Gilberto Lopes Filho orçou sua campanha em R$ 1 milhão.
















