PAULO COELHO
DA REDAÇÃO
A nova CPI da Assembleia Legislativa, que vai investigar a emissão suposta venda ilegal de cartas de crédito por procuradores e promotores de Justiça de Mato Grosso, terá que ser “a CPI do Silêncio”. A afirmação é do deputado Eduardo Botelho (PSB), primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa. Botelho quer evitar pré-julgamentos dos membros da CPI “para não macular a imagem de ninguém”.
O deputado também fala sobre a estrutura e os custos para se instalar e manter uma CPI na Assembleia. Outro assunto abordado aqui, é quanto à participação ou não do governador Pedro Taques nas operações desencadeadas no estado, uma vez que o chefe do Executivo tem “aparelhado” seu staff com alguns membros oriundos do Ministério Público. Esses e outros assuntos nessa entrevista com o deputado Eduardo Botelho.
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ASSISTA AQUI À INTEGRA DESTA ENTREVISTA:
















Jairo Cow 08/02/2016
Esse deputado não me inspira confiança.
Jose Almeida 08/02/2016
Interessante; quando a CPI é para investigar Promotores e Procurados "é no silêncio" para "não macular a imagem de ninguém", mas quando a CPI é para investigar agentes do Governo anterior aí escanacaram as portas da AL como se o local fosse um circo. Quanta justiça, heim Deputado Botelho!
2 comentários