DA REDAÇÃO
Agentes da Penitenciária Central do Estado (PCE), antigo Pascoal Ramos, denunciaram nesta terça-feira (9), presos estão tirando fotos selfie com celures e exibindo dinheiro do tráfico de drogas, durante o carnaval. Eles dispararam fotos nas redes sociais e emitiram nota para a Imprensa. O sindicato diz que a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), tem pleno conhecimento do caso no local, mas segue inerte.
O comunicado diz que, na manhã desta terça, agentes entraram no raio 1 e, além de droga e celulares, acharam uma grande quantidade de dinheiro. A PCE tem hoje cerca de 2 mil presos. Os agentes dizem que os detentos usam celulares modernos para se comunicar com os comparsas do lado de fora da cadeia e que, o dinheiro encontrado, é fruto do tráfico de drogas dentro da unidade prisional.
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Os presos, segundo os agentes, comemoram a folia de Momo, "ostentando” através de fotos, onde exibem dinheiro oriundo do tráfico. O sindicato também denuncia a falta de estrutura e equipamentos de trabalho, o que facilitaria a entrada de objetos ilegais na cadeia.
sindspen
Presos passam por revista
O sindicato diz que a sensação é de "enxugar gelo". "Os presos acumulam drogas e celulares com facilidade, já que, sem o aparelho de RX corporal não se tem como combater a entrada de drogas que entram pelo corpo das visitantes”.
A Sejudh emitiu nota e informou ao
que, no quesito segurança pública, o sistema do estado está empenhado trabalhando na Operação Carnaval desde a quinta-feira (4) e isso inclui os servidores do sistema penitenciário.
A secretaria afirma ainda que, somente na PCE, foram apreendidos 184 celulares (42 nesta terça-feira), 150 chips pré pagos, 76 facas, 18 chuços, 500 trouxinhas de drogas e180 litros de cachaça.
NOTA DO SINDSPEN
Presos da PCE comemoram lucros de boca-de-fumo no carnaval
Enquanto o governo do estado insiste na vigência da portaria 02/2014 que proíbe a revista nas visitas de presos e se nega a aparelhar as unidades penais, o tráfico de drogas continua correndo livremente nesses locais. Durante o carnaval, presos de várias unidades fizeram selfie ostentando a fortuna que vêm fazendo debaixo dos olhos do estado.
Segundo os agentes penitenciários que passaram o carnaval fazendo revistas na Penitenciária Central do Estado (PCE), a sensação que dá é de que se esta enxugando gelo, pois sem o efetivo necessário não se tem como fazer as revistas constantes, e assim, os presos acumulam drogas e celulares com facilidade, já que sem o aparelho de escâner corporal não se tem como combater a entrada de drogas que na grande maioria vem no corpo das visitantes.
Ainda na manhã desta terça-feira (9) os agentes da PCE entraram no raio 1, onde encontraram além de muita droga e celulares, encontraram uma grande quantidade de dinheiro, o qual é fruto do tráfico de drogas dentro da unidade, que hoje conta com uma população carcerário de quase 2 mil presos.
Praticamente a população de uma cidade pequena do Estado de Mato Grosso e uma clientela enorme de usuários que vêm sendo abastecida graças a conveniência e omissão do Estado.
Diretoria SINDSPEN-MT
Sindspen
Grande quantidade de celulares foi encontrada nas celas
















rafah 11/02/2016
Afinal,não tem que jogar culpa apenas nos agentes penitenciários, bem como, "CHEFIA SUPERIOR",como foi proibida a vistoria, das pessoas que foram visitar, muitos tem jeito de entrar na cadeia portanto droga, celulares etc. SE FOI PROIBIDA DE VISTORIAR O QUE OS AGENTES PENITENCIÁRIOS PODEM FAZER APENAS ESTÃO CUMPRINDO ORDENS!!!
Arthur 11/02/2016
Só para esclarecer a todos, desde 31 de julho de 2014 as revistas íntimas estão proibidas em todas as unidades prisionais do Estado, por determinação da própria Secretaria de justiça e Direitos Humanos - SEJUDH, que acatou a denúncia feita pela Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Mato Grosso (OAB-MT), de que a revista íntima - justamente a que costuma localizar objetos e substâncias de uso e porte proibidos aos detentos escondidos em cavidades do corpo dos visitantes -, por considerá-la humilhante e vexatória às pessoas que visitam os "pobrezinhos" que estão "recolhidos" nas cadeias e penitenciárias do nosso Estado. Isso não é relapso, desleixo ou displicência dos agentes penitenciários e sim, DETERMINAÇÃO SUPERIOR, passível de penalização ao servidor público que não a cumprir.
Roberto 10/02/2016
Vcs tem q preocupar com as sua conduta dentro do sistema, esquece polícia e bombeiros faça só o mínimo pra vcs ter alguns reconhecimento...
Jose agepen 10/02/2016
Pelo contrario minha cara, nos temos o maior prazer em prender e entregar pra policia qualquer colega que faça isso, mas esse secretario ta pouco se importando com o sistema penitenciario, e vive lançado mentiras a populaçao, como falar q o pascoal ramos tem raio x pra vistoriar as visitas, se nao fosse a assossiaçao dos servidores esse presidio tava caindo aos pedaços, esse governo so faz midia com a pm, pc e bombeiro, e deixa toda maquina publica a deus dara
claudia 09/02/2016
Oi não consigo entender,quando as pessoas entram no presídio não e revistado? Por onde que entra drogas e celulares? Será que não e funcionarios que vendem?
5 comentários